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07/07/2008 - 16h01

Monumentos e palácios da Nicarágua lembram revolução; veja vídeo

da Folha Online

Apesar de ser conhecida pela pobreza, a Nicarágua, o segundo país mais pobre da América Latina perdendo apenas para o Haiti, é também lembrada pelas revoluções, conflitos armados e, principalmente, pelo movimento sandinista, que aconteceu há décadas. Atualmente, trata-se de um país pacífico e relativamente seguro para quem vai viajar.

No Viagens confira com editor-assistente do caderno Empregos, Carreiras e Negócios, Cássio Aoqui, o que os turistas podem aproveitar na Nicarágua.

Assista ao primeiro, segundo e terceiro capítulo da série sobre a América Central.

Cruzando a Costa Rica, o viajante vai fazer sua primeira parada em San Jorge, que é o porto onde partem as embarcações para o lago de Nicarágua, que é o maior de toda a América Central. Segundo Cássio, existe uma bela paisagem no local. "O passeio de barco pela Nicarágua é imperdível, o próximo passo é pular Manágua, capital, que é uma cidade interessante com atrativos culturais, mas que turisticamente não tem grande interesse perto da vizinha Granada."

Ele afirma que Granada é a mais bela cidade colonial do país, onde o viajante encontra a maior catedral de toda a América Central. Neste lugar, Cássio recomenda visitar o túmulo de Ruben Darío, o aclamado poeta da América Latina, que é um grande orgulho de todo o país.

Também há o museu Ruben Darío como opção de passeio, para conhecer um pouco de sua obra e de suas poesias, que são consideradas algumas das melhores de todo o mundo.

"A outra cidade que os turistas devem conhecer é León, que talvez não tenha a beleza do esplendor colonial de Granada, mas que tem um charme indescritível e bastante diferenciado", afirma Cássio. Uma das atrações imperdíveis deste lugar é visitar os monumentos e palácios, lugares que lembram a revolução, sobretudo a sandinista.

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