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18/08/2008 - 09h25

Cidade guatemalteca se transforma durante Semana Santa; veja vídeo

da Folha Online

Um dos países mais visitados da América Central, a Guatemala, assim como Honduras, também abriga diversas relíquias imponentes da civilização maia.

No programa Viagens desta semana, o editor-assistente do caderno Empregos, Carreiras e Negócios, Cássio Aoqui, destaca as riquezas encontradas em Antígua. Considerada Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), a cidade foi capital do país por mais de 230 anos.

Assista ao restante da série sobre a América Central, apresentada pelo jornalista, que inclui Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Honduras, além de um vídeo de introdução sobre a região.

Um passeio por Antigua significa voltar na história colonial, por conta das ruas de paralelepípedo, pelos casarios e igrejas que compõem o visual. Outra atração sugerida pelo jornalista é o Parque Central, com os seus belíssimos monumentos, como a Catedral e o convento Las Capuchinas, que abriga a maior fonte de água da América Central.

Uma época bem interessante para visitar a antiga capital do país é durante a semana santa, quando todas as atenções se voltam para a cidade e um clima de fé e devoção toma conta do lugar. As ruas ficam cobertas pelas chamadas alfombras, que são tapetes feitos pelos próprios moradores com serragens e pétalas de flores.

Durante o período da Páscoa, as ruas são tomadas por procissões e alegorias que representam a crucificação de Cristo.

Outra opção para o turista é fazer um passeio de barco pelo lago de Atitlán, que é cercado de montanhas e vulcões, dando um ar dramático e muito belo para toda a paisagem.

Partindo deste ponto, a reportagem seguiu para outro lugar, que abriga as mais imponentes ruínas do mundo maia existentes até hoje. Flores é uma simpática ilha conhecida por ser a porta de entrada das ruínas de Tikau.

Tikau se diferencia por estar no meio da mata. Entre um templo e outro, o visitante precisa atravessar uma floresta densa. No seu auge, por volta do ano de 250 d.C., o lugar foi importante centro religioso, cultural e comercial da civilização maia.

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