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07/08/2008 - 15h11

Sem ídolos, pugilistas querem acabar com jejum de medalhas; assista

da Folha Online

A única medalha olímpica do boxe brasileiro foi conquistada há 40 anos. Na Cidade do México, em 1968, Servílio de Oliveira conquistou o bronze na categoria peso mosca. Mesmo sem resultados expressivos nos últimos anos, os pugilistas nacionais projetam o fim deste tabu nos Jogos Olímpicos de Pequim.

Além da conquista do ouro, os atletas, Myke Carvalho, que defenderá o país na categoria até 64 kg, e Washington Silva, pugilista com peso limite de 81 kg, afirmam que também faltam ídolos no boxe nacional. Acompanhe a entrevista neste videocast.

Assista aos outros vídeos sobre os Jogos de Pequim-2008.

O último grande nome do boxe brasileiro, Acelino Freitas, o Popó, viveu o auge de sua carreira entre 1999 e 2004. Nesse período, conquistou os cinturões da Organização Mundial (pesos super pena e leve) e da Associação Mundial de Boxe (peso leve).

Após Popó, o Brasil teve ainda um outro campeão mundial, mas que não conseguiu a mesma popularidade do baiano. Valdemir Pereira, o Sertão, ganhou o cinturão dos penas da Federação Internacional de Boxe após vencer Fahprakorb Rakkiatgymem, em janeiro de 2006. No entanto, caiu diante o norte-americano Eric Aiken, logo na sua primeira defesa do título.

"Depois de ter participado da Olimpíada de Atenas, a expectativa agora é de buscar um ótimo resultado. Neste ciclo, estou com muito mais experiência e vivência de competições. Pretendo chegar aos Jogos Olímpicos e acabar com o jejum de medalhas", afirma Washington Silva, da categoria até 81 kg.

"Estamos com uma expectativa boa, das melhores. Já disputei dois Mundiais, dois Sul-Americanos e vou para buscar medalha", promete Myke Carvalho, que compete entre os atletas com peso máximo de 64 kg.

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