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27/08/2008 - 17h01

Jingle pode tanto atrair como irritar eleitor; veja entrevista

da Folha Online

O jingle deve ser uma ferramenta bastante usada durante as eleições municipais. Diante de todas as proibições da justiça eleitoral, a comunicação e a propaganda feita por meio do áudio não estão vetadas.

Segundo o consultor de marketing Marco Iten, os jingles estão liberados em realização de comícios, por exemplo, que utilizam aparelhagem de sonorização fixa das 8h até meia-noite, assim como a quantidade de carros de som que o candidato desejar colocar nas ruas. Acompanhe a entrevista com o profissional e veja a opinião da população sobre o assunto.

Confira o especial das Eleições 2008.

"Antes de fazer o jingle, o profissional deve entender qual é o perfil do candidato. Se você está fazendo a campanha de um candidato na zona leste, pode ter a necessidade de um perfil musical para determinados grupos deste bairro. Esta mesma estrutura não pode ser levada para um mesmo público, do mesmo candidato na zona oeste", exemplifica o consultor.

Marcos afirma que população vai encontrar um congestionamento destes veículos pela cidade e grande concorrência dos áudios. Ele explica que o barulho produzido por eles corre o risco de, ao invés de atrair, afugentar os eleitores.

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