Videocast
27/08/2008 - 23h01

Autoridades e amigos lamentam a morte de Olavo Setubal; veja vídeo

da Folha Online

Amigos, familiares e diversas autoridades estiveram presentes no velório de Olavo Egydio Setubal, presidente do conselho de administração da Itaúsa, holding que controla a instituição financeira Itaú. O empresário morreu na manhã desta quarta-feira, aos 85 anos, de insuficiência cardíaca.

O velório começou nesta quarta no Centro Empresarial Itaúsa, no Jabaquara, e segue até às 10h de amanhã (28), quando o corpo será cremado, em cerimônia privativa para os familiares. Veja, neste videocast, depoimentos sobre o empresário.

Entre os que passaram pelo local estão os ex-governadores de São Paulo Claudio Lembo e Geraldo Alckmin; o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab; a ex-prefeita Marta Suplicy; o presidente do Bradesco, Marcio Cypriano; o vice-presidente do Itaú, Antonio Matias; o ex-presidente do Banco Central Gustavo Loyola; os ex-ministros Luiz Carlos Bresser, Rubens Ricupero e Paulo Renato Souza; o deputado federal Aldo Rebelo (PC do B-SP); o presidente da Febraban, Fabio Barbosa; os empresários Horácio Lafer Piva, Mario Amato, José Ermírio de Moraes, Nizan Guanaes, Pedro Moreira Salles, Gustavo Marinho, Moises Safra.

Olavo Setubal deixa a mulher, Daisy Setubal, e os filhos Paulo, Maria Alice, Olavo Jr., Roberto, José Luiz, Alfredo e Ricardo, e 19 netos.

Filho do escritor e poeta Paulo Setubal e de Francisca de Souza Aranha Setubal, ele nasceu em 16 de abril de 1923. Em 1945, se formou em engenharia.

Após juntar US$ 10 mil, Setubal e um amigo fundaram a Deca, fabricante de peças de fechadura e de torneiras. Depois, foi chamado por um tio para salvar o Banco Federal de Crédito, então com problemas financeiros.

Assim, firmou de vez sua carreira como banqueiro ao assumir a direção da instituição em 1959, após a morte do tio. Em 1964, comprou o Itaú, cujo forte eram os clientes da área rural.

Foi prefeito da cidade de São Paulo de 1975 a 1979, no período militar. De março de 1986 a fevereiro de 1987, ocupou a função de ministro das Relações Exteriores. Após sair da pasta, nunca mais retornou à presidência do Itaú.

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