Tel Aviv é o retrato do que há de moderno em Israel; assista
da Folha Online
Comparado aos países de grandes dimensões, como Brasil, Estados Unidos e Austrália, Israel é um país bastante pequeno para quem pretende conhecê-lo. De carro, é possível ir de norte a sul em cerca de seis horas. De leste a oeste não demora mais de duas horas.
No programa Viagens desta semana, o repórter do caderno de Negócios, Diogo Bercito, fala sobre sua visita ao país do Oriente Médio.
Para os que não dispõem de tanto tempo, o essencial é conhecer Jerusalém. Sagrada para judeus, muçulmanos e cristãos, a cidade é o coração de Israel e, talvez, de todo o Oriente Médio -- e a causa de muitos conflitos também.
De Jerusalém, é possível pegar um ônibus para conhecer o Mar Morto. A viagem dura aproximadamente uma hora e o destino não pode ser deixado de lado.
Outra recomendação do repórter é Tel Aviv. Diferentemente de Jerusalém, a cidade não tem milhares de anos de história, pois foi fundada no início do século 20. Localizada na costa do Mediterrâneo, hoje ela é o centro de tudo o que há de moderno em Israel. Não faltam cinemas, teatros e opções de lazer para quem estiver a fim de aproveitar a noite.
Ao norte de Tel Aviv há três cidades interessantes: Haifa, onde estão os jardins suspensos sagrados para os seguidores da religião Bahaí; Acre, antiga capital dos cruzados europeus; e Caesárea, que foi capital dos romanos.
Ao sul de Israel, a opção é Eilat. Dela é possível cruzar a fronteira do Egito ou da Jordânia e passar alguns dias nos dois interessantes países. Em três dias, Bercito conta que foi e voltou de Cairo, onde viu as pirâmides e a esfinge.
Segurança
Uma queixa comum dos turistas sobre Israel é a segurança excessiva. O visitante precisa ir preparado para ser revistado a todo o momento e a responder perguntas de militares, como "de onde você é", "para onde está indo", "porque está em Israel". Mas, segundo o repórter, são apenas procedimentos de rotina.
Culinária
A comida é outro ponto importante. A experiência da viagem se torna completa quando o turista experimenta o famoso falafel no pão sírio com homus e salada, ou o schawerma -- uma espécie de churrasquinho grego. Quem quiser variar o cardápio poderá encontrar opções mais exóticas, como a comida típica dos imigrantes etíopes.
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