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25/09/2008 - 10h56

Menino usa poesia de terror para chegar ao futebol; veja no Vila Dimenstein

da Folha Online

Aos 13 anos, um garoto planeja fazer parte de um time de futebol, o Flamengo. Até então, essa história não é muito diferente da maioria dos meninos de sua idade. Mas Jonas Worcman Matos aproveitou sua paixão pela literatura e publicou suas poesias de terror para poder guardar dinheiro e viabilizar seu sonho.

No Vila Dimenstein, desta semana, o autor de "Casa de Franquis Tem" fala sobre suas grandes paixões, livros e campos de futebol, e mostra algumas poesias de sua autoria. A apresentação é de Gilberto Dimenstein. Assista aos outros vídeos com a participação do jornalista.

A literatura começou por acaso na vida de Jonas. Seu pai escreveu um livro de poesias para crianças e pediu a opinião do menino, que tinha na época sete anos. Jonas, que já brincava com as rimas, começou a publicar textos e passou a realizar oficinas para seus colegas mais novos.

Além de abrir conta em banco, o livro "Casa de Franquis Tem" ajudou o garoto a lidar com a realidade. Ao lado do pai, ele se reuniu com editores e foi obrigado a ouvir respostas negativas.

Enquanto sua estréia no futebol não chega, Jonas diz que seu próximo projeto será sobre futebol e terror, ele quer unir os dois temas uma mesma publicação.

Gilberto Dimenstein, 48, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha Online às segundas-feiras.

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