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18/10/2008 - 03h10

Neurocirurgiã diz que ainda é cedo para falar em seqüelas; assista

da Folha Online

É grave o estado da menina baleada na cabeça e na virilha, após passar cem horas como refém do ex-namorado, em Santo André (Grande São Paulo). Ela foi operada no hospital Municipal da cidade, mas a bala não pôde ser retirada, de acordo com a neurocirurgiã Grace Mary Lídia.

Assista, neste videocast, a coletiva de imprensa realizada após cirurgia. Veja momento da invasão e assista a entrevista com PM

coletiva

O projétil atingiu o lado direito da cabeça da garota, de 15 anos, e houve perda de massa encefálica. Durante a cirurgia, a menina se manteve estável e não sofreu parada cardíaca. Segundo a médica, ainda é cedo para falar em possíveis seqüelas. "É um caso muito grave e é um diagnóstico bem reservado. É preciso esperar para acompanhar a evolução", disse.

A amiga da adolescente, que estava no apartamento foi baleada no rosto. O tiro comprometeu as estruturas internas do lábio e do nariz da garota, mas os tecidos já foram reparados. Ela perdeu um dente.

Segundo Gabriel Pastore, coordenador de serviço de cirurgia e traumatologia do hospital, a menina chegou consciente ao hospital e foi encaminhada para cirurgia. "Ela chegou bem e estava consciente, sabia o que estava se passando. A bala foi retirada", relatou Pastore.

A garota ficará internada ao menos uma semana, afirma o médico. Em 60 dias deve ser avaliada a necessidade de cirurgia estética.

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