Declaração dos Direitos Humanos surge para evitar grandes genocídios; veja comentário
da Folha Online
Há exatos 60 anos, os países-membros da ONU (Organização das Nações Unidas) aprovaram a Declaração Universal dos Direitos Humanos. A iniciativa, que contou com 48 votos a favor e oito abstenções, surgiu como uma reação mundial às atrocidades testemunhadas durante a Segunda Guerra (1938-1945).
No videocast a seguir, Regina Célia Pedroso, professora de direito da Universidade Mackenzie e autora do livro "10 de Dezembro de 1948. A Declaração Universal dos Direitos Humanos" (Editora Nacional, 2005) fala sobre o surgimento da declaração.
"A declaração surge na sombra da criação da ONU, por causa dos grandes genocídios do século 20, [...] como os 6 milhões de judeus que foram mortos pelo nazismo durante o Holocausto", explica.
A professora ressalta, contudo, que a inspiração para o conteúdo da declaração vem do século 18 --marcado pela Revolução Francesa (1789) e a independência americana. "A declaração encerrou um ciclo histórico de mudanças, foi a última grande conquista da história dos direitos do homem".
Assim, a declaração, que estabelece que "todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos", coloca o homem como centro da história, definido por sua humanidade e não mais por sua classe social.
Embora a Declaração Universal não tenha caráter de legislação, o seu texto influenciou diretamente a constituição de diversos países, incluindo a brasileira, em 1988.
"Nós nos tornamos assimiladores dos direitos humanos após a transição política [da ditadura para democracia] em 1988", lembra Pedroso. A partir desta constituição, o Brasil caminhou para a aprovação de uma série de estatutos --como o da criança e do adolescente e do idoso-- como instrumentos legais dos conceitos pressupostos nos artigos.
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O país com dívida pública acima do PIB anual, no total de mais de 15 trihões;com dívida orçamentária de mais 1 trilhão e 800 dólares no exercício 2009/2010; com déficit comercial de mais 500 bilhões de dólares, não pode sustentar gastos com centenas de bases militares obsoletas espalhadas pelo mundo. Esse pais,ainda paraíso das elites bélicas,não dispõe de condições financeira para sustentar guerra no Iraque, no Afeganistão e agora no Paquistão.O país não pode vencer uma guerra cujo pricnipio ativo é o sangue para chegar a Deus.
Os Estados Unidos são aquele brutamonte mui rico e bem armado, que está vivendo com o dinheiro emprestado pelos aplicadores mundiais.
Se os EUA permanecem gastando rios de dinheiro em guerras desnecessárias, terminarão provocando a desconfiança de seus credores. O governo chinês já divulgou que está preocupado em receber seus ativo mobiliário. Outros grandes credores estão a resmungar.
A política financeira dos Estados Unidos contraria todas as regras da boa finança. Como alguém pode permanecer gastando muito mais do que ganha!?
O senhor Obama deve denegar os interesses escusos de sua indústria bélica, e começar a colocar ordem nas finanças do Estado americano. Pior do que qualquer terrorismo da guerrilha é o terrorismo financeiro, concretizado no calote.
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