Videocast
17/01/2009 - 09h58

Consumidores podem adquirir produtos sem pôr a mão no bolso; veja

da Folha Online

Pagar está em baixa. Pagar caro, então, nem pensar. Além da crise, que tem desestimulado compras, a chamada "economia grátis" (ou "freeconomics", como cunhou a revista "Wired"), surgida na internet, está chegando ao mundo real.

Neste videocast, a repórter do Vitrine (conteúdo exclusivo para assinantes do jornal e do UOL) Débora Mismetti fala sobre uma nova maneira de adquirir o produto sem, muitas vezes, pôr a mão no bolso. Ela também explica o que é o "neofrugalismo", um termo que surgiu com a crise global. Veja.

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A reportagem sobre "economia grátis" explica que, muitas vezes, empresas oferecem produtos sem cobrar nenhuma taxa, como estratégia para atrair o cliente. Isso acontece, por exemplo, com as operadoras de celular, quando "dão" o celular ao consumidor em troca da sua fidelidade a um contrato. O chamado subsídio cruzado.

O Vitrine traz também uma reportagem que fala sobre o "neofrugalismo", uma tendência que emergiu há alguns anos e ganhou difusão a partir de 2007. Já foi batizada de essencialismo, simplicidade, nova austeridade. Entretanto, reforçada pela crise global, agora veste "neofrugalismo".

Seguindo essa tendência, hábitos como cozinhar em casa e costurar estão de volta com tudo. Um "pão-durismo" seletivo, hoje em dia, é considerado consumo consciente.

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