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Após seis anos, morte de ciclistas volta a crescer em SP

Em todo o Estado, ao menos uma pessoa morre a cada dois dias vítima de acidentes envolvendo bicicletas

JULIA BOARINI COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Após quedas nos últimos seis anos (entre 2005 e 2011), o número de ciclistas mortos em acidentes de trânsito aumentou na cidade de São Paulo no ano passado.

Em 2012, 52 pessoas morreram, uma alta de 6,1% em comparação com as 49 mortes verificadas em 2011. Os dados são da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego).

No Estado, segundo pesquisa da Secretaria Estadual da Saúde, a cada dois dias morre um ciclista internado na rede pública. No ano passado, 3.200 ciclistas foram internados em hospitais estaduais -182 morreram. A pasta não soube dizer o total de ciclistas mortos no Estado.

Nenhum órgão municipal soube dizer quantos ciclistas pedalam diariamente pelas ruas de São Paulo.

MOTOS

Ainda segundo o balanço da CET, o número de motociclistas mortos caiu 14,5% no ano passado, mas a morte de passageiros de motos subiu 7,5% -foram 201 vítimas em 2012 contra 187 em 2011.

De acordo com o diretor de planejamento da CET, Tadeu Leite Duarte, os aumentos de mortes de ciclistas e de passageiros de motos ocorreram apesar das ações desenvolvidas pelo órgão de trânsito.

"Aumentou um pouco, mas não deveria ter aumentado nada. Provavelmente, são fatores humanos, como o da avenida Paulista [quando um jovem teve o braço decepado ao ser atropelado]."

Por outro lado, o número de pedestres mortos caiu 14,3% desde 2010, quando começou o Programa de Proteção ao Pedestre. A meta da prefeitura de reduzir as mortes de 40% a 50% no período, porém, não foi atingida.

TOTAL DE MORTES

A queda na mortalidade de pedestres e de motociclistas puxou para baixo o total de vítimas em acidentes de trânsito na cidade de São Paulo.

Ao todo, 1.231 pessoas perderam a vida no ano passado -9,8% menos do que no ano anterior. O índice de mortes passou de 12 vítimas por 100 mil habitantes para 10,79.

Além da campanha de proteção ao pedestre, a CET disse que a queda no total de mortes se deveu à restrição à circulação de motos e caminhões na marginal Tietê.

"As restrições a caminhões e motos diminuíram as zonas de conflito entre veículos e tornaram o trânsito mais seguro", afirma Duarte.


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