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Juca na Copa

Seleção no ataque

BH e Mineirão voltam a viver clima de superação em busca da decisiva volta por cima

EM JULHO do ano passado, o Galo viveu diversos momentos em que tudo parecia perdido e conseguiu virar situações adversas até conquistar seu primeiro título da Libertadores.

O grito de guerra "Eu acredito", que mais parece uma manifestação religiosa, tomou conta de metade das Minas Gerais porque, de fato, era uma prece para reforçar a fé.

Três protagonistas daquela epopeia estarão no estádio mineiro amanhã, mesmo que no banco: São Victor e Jô certamente no banco, Bernard provavelmente também, embora o menino da "alegria nas pernas" tenha alguma chance na cabeça de Felipão, mais propenso a escalar Willian, até pelo entrosamento que tem com Oscar, o companheiro do Chelsea, que deverá jogar centralizado, mais perto de Fred.

Sim, Felipão, que poderia entrar com Ramires para jogar mais cautelosamente, demonstra querer partir para cima dos alemães, aparentemente convencido de que, se tiver que perder, que seja jogando, e não apenas se defendendo.

O "Eu acredito" da torcida alvinegra mineira meio que se transforma no sentimento de todos os torcedores verde-amarelos nestas supersemifinais, que repetem as decisões das Copas de 1978 e de 2002.

Fazer da crise causada pela ausência de Neymar a oportunidade consagrada no ideograma chinês virou o mote da seleção brasileira, e exemplos de como a Colômbia ficou mais forte sem Falcão Garcia e a França sem sua maior estrela, Ribéry, devem ser repetidos interna e exaustivamente.

Teorias à parte, independentemente desta ou daquela estratégia, o fato é que o peso para chegar à oitava final de Copa do Mundo está hoje posto muito mais sobre os ombros dos alemães do que dos brasileiros.

Esta maior leveza, combinada com a fé dos crentes entre os torcedores mineiros e somada ao medo que os alemães têm de nós, pode operar a superação.


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