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Juca Kfouri

À vitória!

Hoje, no Pacaembu, não importa de quem é a culpa pelo sofrimento palmeirense; só interessam os pontos

Vitória, vitoria ou vitória. É só e tudo o que resta ao Palmeiras hoje, às 19h30, no histórico estádio do Pacaembu, palco de tantas e tantas conquistas inesquecíveis da centenária Sociedade Esportiva Palmeiras.

Caso vença o baiano Vitória, o Palmeiras não só deverá sair novamente da zona da degola como, com um pouco de sorte, poderá subir quatro posições.

Daí aquilo que é o mais importante amanhã não ter a mínima importância hoje, isto é, identificar os culpados por mais esta via-crúcis esmeraldina.

Entre outros motivos porque salta aos olhos quem são e nenhum deles atende pelo nome de Ricardo Gareca, Dorival Júnior, Fábio, Deola, Lúcio, ou quaisquer dos jogadores estrangeiros recentemente contratados, embora haja um chileno que brinca irresponsavelmente com a dor alheia enquanto vive de folga com um salário de marajá.

A dupla Brunobre, quer dizer, Paulo Nobre e José Carlos Brunoro, já deu provas irrefutáveis de sua incompetência para dirigir o clube e, se de fato gostasse mais do Palmeiras do que de si mesma, já teria cedido seus lugares para gente mais capacitada em vez de se abrigar sob as asas azaradas de Mustafá Contursi, o "pai de Nobre", segundo o próprio ex-presidente sempre presente nas quedas do Palmeiras.

Como a dupla não cede e não cederá, e por mais que pareça demais ainda pedir o que for ao torcedor alviverde, não há outro caminho: lotar o estádio, apoiar sem parar, jogar sem a bola fora do gramado o jogo que quem está dentro não é capaz.

Ter paciência com o time se, enfim, Dorival Júnior puser em sua cabeça que nem em casa a equipe tem bola para atacar o adversário, mesmo que seja o rubro-negro baiano que ainda no domingo passado segurava a lanterna hoje nas mãos palmeirenses.

De hoje a dezembro, os palmeirenses, todos, da aflitiva situação à angustiada oposição, têm apenas uma missão: evitar a terceira queda para a segunda divisão.

Depois, na eleição, acertem suas contas com este presente de cara retrógrada e com o futuro fadado a ser melhor, pois pior é impossível.

Mas hoje à noite, repita-se, não é hora de vaiar nem a dupla Brunobre, porque é hora de se juntar num só grito do fundo d'alma: avante, Palmeiras!

HOMOFOBIA FC

Os pobres de espírito que, na torcida corintiana, deram para imitar os mexicanos e chamar de bicha o goleiro na hora do tiro de meta e, na são-paulina, responderam com faixas e refrões preconceituosos, não só se merecem como merecem o bobalhão que provoca o circo do STJD a se manifestar.

Melhor fariam os alvinegros se assumissem as gaivotas e defendessem que cada um faz de seu corpo o que bem entender.

Ressaltando que nada dá mais prazer do que ganhar do freguês.

Mas a graça, cadê a graça?


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