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Questões financeiras ameaçam estreia de Razia na temporada

F-1
Depósito combinado não foi feito, e brasileiro não participou de testes

FÁBIO SEIXAS DO RIO

O Brasil pode ter apenas um piloto na F-1 em 2013.

A estreia do baiano Luiz Razia na temporada que começa em 17 de março, na Austrália, está ameaçada por problemas financeiros.

Pelo menos uma empresa que se comprometeu a apoiar o piloto não depositou o dinheiro combinado com a Marussia. Por isso, ele não entrou no carro nesta semana, em Barcelona, na Espanha.

A programação original previa que o brasileiro dividiria os trabalhos com Max Chilton, o outro titular do time. Mas apenas o inglês andou nos quatro dias de testes.

"No contrato, existem terceiros com responsabilidades", disse Razia à Folha. "Confiamos neles, mas estamos com alguns conflitos", completou o piloto.

Questionado sobre se esses "conflitos" foram a razão de ter sido sacado dos testes, ele foi peremptório: "Exato".

"Mas não acho justo ser crucificado. Fizemos as coisas certas, só que isso está fora do controle", declarou.

Apesar disso, afirmou ter esperanças em um final feliz. "Iremos resolver. Só precisamos de alguns dias."

As declarações do brasileiro mudam o cenário pintado pela Marussia até agora.

A equipe alegava que mudou a programação porque Chilton precisava acumular "long runs" -séries longas de voltas. "Eu não sou piloto de assinar um contrato com tantas desvantagens assim", disse Razia, ontem.

Procurada pela Folha, a assessoria de imprensa do time não ligou de volta.

O outro brasileiro na F-1, Felipe Massa, da Ferrari, foi o sétimo colocado no teste de ontem em Barcelona.

O inglês Lewis Hamilton, da Mercedes, liderou.

Resta agora apenas uma bateria de treinos antes do embarque para a Austrália: de quinta-feira a domingo, novamente em Barcelona.


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