São Paulo, domingo, 21 de novembro de 2010

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Maior consumo do bodódromo é de carneiro

DO ENVIADO A PETROLINA

O Bodódromo de Petrolina, a 740 quilômetros de Recife, define-se como o maior complexo gastronômico ao ar livre da América Latina.
Pelo nome, deveria ser um santuário do consumo de bode, mas a carne mais comida ali é a de carneiro, apesar de o cardápio informar outra coisa.
Oferece-se no cardápio da buchada ao filé de bode, mas basta perguntar ao garçom para ser informado que a carne que se vende é a de carneiro.
"O pessoal tem preconceito", disse um dos garçons do restaurante Bode Assado do Isaías, que forma com o Curaçá e o Geraldo Bode Assado a tríade dos melhores da região.
O único restaurante que vende carne de bode se chama Buchada & Cia. O carro-chefe está no nome da casa, que serve ainda sarapatel -prato criado à base de miúdos do animal.
A buchada é um ensopado com estômago (bucho), pulmão, fígado, coração e língua. São cozidos costurados no bucho e servidos com batata e cenoura, temperados com coentro fresco. O preço: R$ 13. O sarapatel sai a R$ 3.
Vários restaurantes expõem ao ar livre a carne que será consumida. Ficam em varais, perto de grandes assadores. O frequentador pode escolher a carne que pretende comer.
Instalado ao ar livre, num espaço de quase 30 mil metros quadrados, o bodódromo é formado por dez restaurantes, churrasqueiras, banheiros, quiosques com comércio e serviços e uma área de festas.


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