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Protesto em frente à sede da Editora Abril acaba em confronto

Manifestantes atiraram pedras contra policiais, que reagiram com bombas de gás; um jovem foi detido

"Black blocs" fizeram ato contra a revista "Veja", que publicou reportagem sobre o grupo no mundo

DE SÃO PAULO

Cerca de 200 manifestantes adeptos da tática "black bloc" entraram em confronto com a PM após lançarem pedras contra a Editora Abril, em protesto em frente à sede da empresa, em Pinheiros, na zona oeste paulistana. A polícia respondeu com bombas de gás lacrimogêneo.

Após o tumulto, mascarados se espalharam pelas vias da região e destruíram duas agências bancárias na avenida Brigadeiro Faria Lima, uma loja na marginal Pinheiros, além de tentar incendiar um carro na avenida Frederico Hermann Júnior.

A Abril publica a revista "Veja", que estampou em sua capa da semana passada uma reportagem sobre o movimento "black bloc" no mundo. No protesto, os manifestantes queimaram exemplares da publicação.

O confronto começou quando uma pedra foi lançada contra jornalistas que acompanhavam o ato. Outras pedras atingiram carros da Polícia Militar e um portão do prédio. A PM usou bombas para dispersar o grupo, que, durante a fuga, apedrejou a loja Castelatto, na marginal Pinheiros. Um participante do protesto foi detido na avenida Frederico Herman Jr. Um cinegrafista foi agredido por um policial militar.

O jovem detido tinha um frasco de álcool na mochila. A PM suspeita que ele seja o manifestantes que tentou atear fogo em um Fiat Idea, estacionado na avenida. Ele nega. Os manifestantes também estouraram vidros da Secretaria Estadual do Meio Ambiente.

Antes de chegar à sede da editora, manifestantes cercaram um segurança da loja de carros importados Mini, na avenida Eusébio Matoso, que chegou a sacar o seu revólver 38, mas foi contido por PMs.


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