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Apuração de crime contra jornalista deve ser agilizada

Conselho propõe que Congresso vote projeto

DE BRASÍLIA

O Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional aprovou ontem pedido para que os parlamentares acelerem a votação do projeto que federaliza as investigações de crimes cometidos contra jornalistas.

Proposta pelo deputado Protógenes Queiroz (PC do B-SP), o projeto tramita desde 2011. O pedido será encaminhado como moção assinada pelos membros do conselho.

O projeto 1.078/11 determina que crimes cometidos contra a atividade jornalística devem ser investigados pela Polícia Federal, a exemplo dos crimes de sequestro com motivação política ou violações de direitos humanos.

A moção também vai pedir que os parlamentares ampliem a proposta para que sejam incluídos todos os profissionais da área de comunicação que estejam no exercício da atividade jornalística.

Com isso, crimes contra radialistas ou motoristas que estejam participando de reportagens também seriam investigados pela PF. Autor da proposta, o conselheiro José Catarino Nascimento Nascimento lembrou o caso do cinegrafista da Band morto em 2011 durante troca de tiros em uma favela no Rio de Janeiro.

A representante da Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas) na reunião do conselho, Maria José Braga, disse que a preocupação da entidade é "garantir essa prerrogativa a todos os profissionais da comunicação", mesmo que não sejam jornalistas.

O diretor-executivo da ANJ (Associação Nacional dos Jornais), Ricardo Pedreira, afirmou que a entidade enxerga com cautela a federalização.

"A nossa visão é que a federalização não é necessariamente uma solução para o problema. Esse grande número de jornalistas assassinados está inserido em um problema maior, que é o da impunidade", declarou Pedreira.


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