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Ribeirão

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Mesmo com seca, dengue avança na região

Sertãozinho e Boa Esperança do Sul, que registraram 51 casos no primeiro bimestre de 2013, já confirmaram 317

Embora a falta de chuvas tenha colaborado no combate ao mosquito, cidades da região estão em alerta

DE RIBEIRÃO PRETO

Apesar da falta de chuvas nos dois primeiros meses deste ano, os casos de dengue avançaram e já preocupam duas localidades da região de Ribeirão Preto.

Sertãozinho e Boa Esperança do Sul já ultrapassaram nos dois primeiros meses deste ano o total de casos confirmados da doença no mesmo período do ano passado.

Os meses do verão são considerados os de maior disseminação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, porque ele se desenvolve na água parada.

Mesmo com a seca do período, essas duas cidades viram o total de casos crescer. Boa Esperança do Sul contabiliza 253 confirmações da doença desde o 1º de janeiro, ante um caso do mesmo período do ano anterior.

Já em Sertãozinho são 64 casos neste ano, além de 12 suspeitos --ao final de fevereiro do ano passado, eram 50 confirmados.

Por causa do avanço da doença, a Prefeitura de Boa Esperança do Sul fez durante o final de semana um mutirão para identificar focos do mosquito transmissor em diversos bairros da cidade.

Os moradores foram orientados a descartar materiais sem uso que sirvam de criadouro do mosquito, como pneus, garrafas e latinhas.

De acordo com a secretária da Saúde, Angelita Barra, a cidade conta com apoio de equipes da Sucen (Superintendência de Controle de Endemias) de São Paulo e de Araraquara para combater os focos do Aedes aegypt.

Os bairros com mais casos são os jardins Dante e Palmeiras, com 80% dos focos.

Também na região, Jardinópolis já registra 40 casos. A situação no município também preocupa, mas menos do que em 2013, quando o total de casos chegou a 152 no primeiro bimestre.

NOTIFICAÇÕES

Entre as cidades mais populosas da região, Araraquara já registrou 18 casos desde o começo deste ano.

Oito casos ocorreram nos bairros Adalberto Roxo, Selmi Dei e São Rafael. Em 2013, eram 71. "Estamos intensificando a ação de bloqueio na região com os bairros mais afetados", disse o coordenador municipal da Vigilância em Saúde, Feiz Mattar.

Franca e São Carlos tiveram quatro casos importados cada uma neste ano.

Já em Ribeirão foram sete. No mesmo período no ano passado, a cidade vivia uma epidemia, com 1.762 casos.

Apesar disso, há risco de nova epidemia por causa do Índice Predial, de 5,01 no último levantamento. Ele mede a presença de larvas do mosquito nos imóveis. O Ministério da Saúde considera que há risco de epidemia quando o nível está acima de quatro.


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