Ribeirão Preto, Sexta-feira, 21 de Abril de 2000


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Família fica transtornada com notícia

do enviado especial

Avisada por telefone sobre o acidente, a família do motorista Carlos Andrade Castro ficou transtornada.
Segundo seu filho Cristiano, o horário de trabalho do pai é variável. "Às vezes, ele sai num dia e volta uma semana depois."
No hospital, com o pescoço imobilizado, Ângela Maria Mariano, uma das vítimas, afirmou que não viu o acidente. "Quase todos dormiam. Só acordei depois. Eles tiravam as pessoas do ônibus, mas não sabia quem estava vivo."
A massoterapeuta Jovina Arantes, 60, que teve fraturas no braço direito, afirmou que está preocupada com o trabalho. "Como vou trabalhar com este braço?", disse.
Romildo Zago foi a Ituverava para levar o corpo do sobrinho Endrigo para Uberlândia. "Meu irmão (pai da vítima) é cardíaco. Não sei como vai ser."


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