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17/07/2010 - 23h05

Polanski faz primeira aparição após fim de prisão domiciliar

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DA REUTERS, EM MONTREUX (SUÍÇA)

O cineasta Roman Polanski, 76, libertado de prisão domiciliar nesta semana na Suíça, chegou neste sábado à noite em Montreux para assistir ao show da sua mulher no tradicional festival de jazz da cidade.

Polanski chegou com o fundador do festival, Claude Nobs, para o show da atriz e cantora francesa Emmanuelle Seigner, na noite de encerramento do festival anual, de acordo com uma testemunha da Reuters.

Montreux está a uma hora de carro da vila de Gstaad, onde o cineasta ficou em prisão domiciliar de dezembro até a última segunda-feira, quando as autoridades da Suíça anunciaram que não o extraditariam para os Estados Unidos.

Polanski foi sentenciado nos Estados Unidos por ter tido relações sexuais com uma menina de 13 anos em 1977.

Jens Kalaene/Efe
EPA07 BERLÍN (ALEMANIA) 12/07/2010.- Fotografía de archivo tomada el 11 de octubre de 2006 que muestra al cineasta franco-polaco Roman Polanski en Berlín (Alemania). Polanski, acusado en Estados Unidos de haber mantenido relaciones sexuales con una menor hace 33 años, ha quedado "libre" tras rechazar Suiza extraditarle a ese país, según informó hoy la ministra de Justicia de la Confederación Helvética, Eveline Widmer-Schlumpf. Polanski fue detenido en Zúrich el pasado 26 de septiembre, donde había acudido para ser homenajeado. EFE/Jens Kalaene 550x
O diretor Roman Polanski, que foi libertado de prisão domiciliar no começo do mês

Antes de ir ao show neste sábado, o cineasta agradeceu as pessoas de Gstaad em entrevista. "Não sei o que vou fazer agora. No momento, estou feliz de estar livre", disse ele. "Nunca pedi tratamento especial", acrescentou.

Seigner começou o show com a música tema do filme de Polanski "O Bebê de Rosemary".

Autoridades da Suíça, ao recusarem o pedido de extradição norte-americano, citaram potenciais falhas técnicas, dizendo que não foi esclarecido se o diretor de "Chinatown" serviu ou não a sentença 30 anos atrás.

A vítima no caso disse na terça-feira esperar que o assunto agora seja encerrado. Samantha Geimer, que tinha 13 anos em 1977, pediu repetidas vezes para o caso não ser levado adiante.

 

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