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14/03/2011 - 09h56

Brasileiros ficaram de fora de mostra geral da Bienal de Veneza

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SILAS MARTÍ
DE SÃO PAULO

Nenhum artista brasileiro figura entre os 82 nomes da exposição geral da próxima Bienal de Veneza, divulgados sexta passada, em Roma.

Maior e mais tradicional mostra de arte contemporânea do mundo, a Bienal de Veneza deste ano começa em junho e tem curadoria da suíça Bice Curiger, ex-diretora da Kunsthaus de Zurique e uma das fundadoras da célebre revista de arte "Parkett".

Enquanto a última edição da Bienal, em 2009, teve na mostra principal brasileiros como Renata Lucas, Lygia Pape e Cildo Meireles, a atual edição privilegiou nomes da Europa, 40 do total, e norte-americanos, 12 dos 82.

Cindy Sherman/MoMA/Efe
Reprodução de fotografia sem título da artista norte-americana Cindy Sherman
Reprodução de fotografia sem título da artista norte-americana Cindy Sherman, um dos destaques da mostra

Entre os países mais bem representados, além dos Estados Unidos, estão Itália, com nove artistas, a Suíça, com oito, o Reino Unido, com sete, a Alemanha, com seis, e a França, com cinco nomes.

Da América Latina, foram escolhidos os mexicanos Gabriel Kuri, destaque do último Armory Show, em Nova York, e Mariana Castillo Deball, a argentina Amalia Pica e o colombiano Nicolás Paris.

Esses são artistas convidados pela curadoria para ocupar o espaço central da Bienal, enquanto Veneza ainda mantém seus pavilhões nacionais com artistas indicados por cada país. O Brasil escolheu Artur Barrio como seu representante neste ano.

DESTAQUES

Entre os destaques da seleção geral estão o alemão Sigmar Polke, morto no ano passado, o francês Cyprien Gaillard, o eslovaco Roman Ondak, os suíços Pipilotti Rist e a dupla Peter Fischli e David Weiss, além dos norte-americanos Cindy Sherman, James Turrell e Trisha Donnelly.

 

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