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18/03/2011 - 11h01

"Marilyn no Divã" vasculha infelicidade da musa do cinema

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GUILHERME BRENDLER
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Mais um documentário sobre a vida da atriz Marilyn Monroe (1926-1962) tenta explicar as razões pelas quais a musa era tão infeliz.

Depois de "Marilyn em Manhattan", "Marilyn Monroe: O Fim dos Dias" e "Blonde - A História de Marilyn Monroe", é a vez de "Marilyn no Divã".

As gravações das análises da musa com o psicanalista Ralph Greenson (1911-1979) deram origem ao filme.

A imagem da loura fatal, ícone de um século, se desfaz completamente.

Divulgação
A atriz norte-americana Marilyn Monroe em cena do filme "Quanto Mais Quente Melhor" (1959), de Billy Wilder
A atriz norte-americana Marilyn Monroe em cena do filme "Quanto Mais Quente Melhor" (1959), de Billy Wilder

Norma Jeane Mortensen --seu nome verdadeiro-- é uma mulher desamparada, melancólica e descrente.

Durante as análises, a atriz relata momentos de extrema tristeza. A crise no casamento com o escritor Arthur Miller (1915-2005), a forma vulgar como era vista pelos homens, o aborto e a solidão foram temas recorrentes nas conversas com Greenson.

O documentário é rico em imagens de diferentes momentos da vida de Marilyn.

Os violinos, o piano e os instrumentos de sopro, somados à narração pausada, dão ao filme um clima bastante sombrio.

NA TV
Marilyn no Divã
QUANDO hoje, às 21h, no GNT
CLASSIFICAÇÃO não informada

 

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