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10/10/2017 - 17h42

Crítico analisa como relação de rivalidade mudou a história da arte

da Livraria da Folha

Divulgação
Autor mostra como a relação de proximidade e competitividade entre pintores mudou a forma de fazer arte no mundo
Autor mostra como a relação de proximidade e competitividade entre pintores mudou a forma de fazer arte no mundo

O crítico de arte Sebastian Smee defende em "A Arte da Rivalidade" como um grupo de pintores mudou a forma de fazer arte entre 1860 e 1950 pelo fato de terem se aproximado e influenciado mutuamente.

Publicado pela Zahar, o livro mostra como as relações entre Édouard Manet e Edgar Degas, Henri Matisse e Pablo Picasso, Jackson Pollock e Willem de Kooning e Lucian Freud e Francis Bacon revolucionaram o caminho da arte.

Atravessando os séculos 19 e 20 em Paris, Londres e Nova York o autor conta histórias como a de quando Picasso "roubou" uma ideia de Matisse. O capítulo dedicado a ambos revela que eles trocavam pinturas, ideias e influências enquanto disputavam o apoio de colecionadores e a liderança de uma nova vanguarda.

Entre as curiosidades apresentadas está a de Manet e Degas que tinham uma relação próxima e que ficou abalada após Degas pintar um retrato de Manet e sua mulher. O autor também destaca como o estilo de Pollock influenciou De Kooning e aborda a amizade intensa entre Freud e Bacon.

Nascido em Sydney, na Austrália, Sebastian Smee é crítico de arte do Boston Globe desde 2008 e ganhou o prêmio Pulitzer de Crítica em 2011. É autor do livro "Lucian Freud", publicado pela Taschen, entre outros.

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A ARTE DA RIVALIDADE
AUTOR Sebastian Smee
EDITORA Zahar
QUANTO R$ 66,90 (preço promocional*)

* Atenção: Preço válido por tempo limitado ou enquanto durarem os estoques.

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