FABIO ANDRIGHETTO
da Livraria da Folha
O câncer de pênis --assim como de colorretal e próstata-- conta com o tabu da masculinidade para se desenvolver. Os homens levam mais tempo que as mulheres procurar tratamento e as campanhas sobre o assunto ainda são tímidas. Pela demora em buscar ajuda e pela automedicação, as amputações atingem 80% dos casos.
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Para maiores esclarecimentos sobre a patologia, a Livraria da Folha entrevistou o urologista Alexandre Crippa, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
O médico ressaltou a necessidade de higiene e da observação do local. É possível distinguir os sintomas com facilidade, mas, muitas vezes, pode ser confundido uma doença sexualmente transmissível. O tabagismo e a fimose aumentam a possibilidade do desenvolvimento da doença. Ouça.
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| Livro apresenta os conceitos e os tratamentos relacionados ao câncer |
Higiene, vigilância e visitas regulares ao médico são insubstituíveis. Em todos os casos, é importante não se automedicar, seja com pomada ou simpatia. Se algum sintoma surgir, não hesite em procurar um médico, o profissional pode minimizar o sofrimento e salvar sua vida.
O desenvolvimento da doença e termos como tumor, oncogenes e metástase, são descritos em "O Câncer", da coleção Folha Explica, livro que aponta a relação da enfermidade com tabagismo, alcoolismo e hábitos alimentares.
| Arte/Folha de S.Paulo/FSP | ||
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