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| Para evitar ser a eterna vítima, é preciso atentar para arapucas |
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| Torne-se mestre do argumento através do simples uso da lógica |
Ninguém gosta de ser ingênuo. É por isso que fazem sucesso os livros que alertam sobre as armadilhas mais usadas para influenciar as ações dos outros. Óbvio que muitos encontram nesse tipo de leitura algumas sacadas para aplicar no cotidiano.
Ouça várias opiniões sobre uma questão, mas a decisão é exclusivamente sua, a responsabilidade é apenas sua. Não é porque deu certo no passado que uma solução vai se mostrar efetiva no futuro, mostra o livro "Como Manipular Pessoas: Para uso Exclusivo de Pessoas de Bem" (Novo Conceito, 2010).
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Ninguém gosta de ser o último a saber. Nada pior do que ser alvo de chacota por sustentar, principalmente em público, crenças falsas, opiniões equivocadas. Isso justifica nossa sede por informação segura, completa, confiável.
Não seja maria-vai-com-as-outras, alertam os autores. Nem sempre a maioria tem razão. Há caminhos desgastados, fórmulas batidas, receitas preguiçosas. Observe até que ponto os outros estão tentando apenas posar de sabichões, fazendo você virar adeptos de modismos, mantras e chavões.
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| Defenda seu patrimônio, sua reputação, seu emprego, sua vida |
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| Tratado de Plutarco lista maneiras de identificar amigo e bajulador |
Em "Não Se Deixe Manipular Pelos Outros", o autor propõe questionários para avaliação de comportamento e técnicas sugeridas para a superação de hábitos e padrões prejudiciais ao autocontrole e à autoestima.
Não tome decisões importantes apenas por impulso, recomendam os autores desse filão, que bebe muito nas fontes dos filósofos antigos, como Plutarco, autor do clássico "Como Tirar Proveito de Seus Inimigos".
Em geral, as recomendações mais frequentes são: questione sempre as motivações de seus atos. Desligue o piloto automático. Não siga a manada. Busque as razões mais profundas para suas atitudes e sentimentos.
Cuidado só para não exagerar e virar um chato de galochas, sendo vista como a "pessoa do contra", perdendo o bom senso e o humor. É preciso também valorizar momentos em que a razão deve ficar de lado, em que o nonsense deve prevalecer. Afinal, somos humanos, e não robôs programados a reagir sempre da mesma maneira.
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