Publicidade

 

Publicidade

 
 
 
  Acompanhe a Folha.com no Twitter
03/12/2011 - 07h47

Vídeos provocam guerra de números sobre usina de Belo Monte

Publicidade

 

AGNALDO BRITO
DE SÃO PAULO

Atualizado às 19h50.

O Movimento Gota D'Água, responsável pela produção do vídeo com atores globais contrários à hidrelétrica de Belo Monte, gerou uma batalha virtual de números reais e irreais sobre o maior projeto do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Procurador orienta índios contra usina de Belo Monte

A despeito do atraso da discussão, que ganhou relevo apenas depois do início da construção, a série de vídeos que agora borbulha na internet informa e desinforma.

Confira o vídeo dos globais:

Vídeo

O vídeo produzido pelo Movimento Gota D'Água já recebeu mais de 885 mil visualizações. Mas esse material não é o único a ganhar destaque na internet nas últimas semanas.

O primeiro é o "Tempestade em Copo D'Água", produzido por alunos do curso de engenharia civil da Unicamp (Universidade de Campinas). A produção, que reproduz a narrativa do vídeo dos atores globais, já registrou audiência de 339,2 mil pessoas.

Veja o vídeo dos estudantes:

Veja vídeo

O segundo vídeo com grande procura no Youtube é o "Alguns Números sobre Belo Monte". Com outra estratégia narrativa, o material busca dar argumentos técnicos em favor do empreendimento. O material já foi visto por 62,5 mil pessoas.

Assista ao vídeo dos números de Belo Monte:

Veja vídeo

A discussão sobre o empreendimento neste momento pode influenciar pouco o arranjo do projeto negociado com o Ibama e o governo. A usina, leiloada em abril de 2010, terá de começar a gerar energia em fevereiro de 2015.

Por contrato, a Nesa (Norte Energia S.A.) será punida com multas caso não cumpra essa exigência.

Projetos com dimensões equivalentes à da hidrelétrica de Belo Monte estão em fase bem mais inicial e não são alvos de tamanha discussão.

O maior é o complexo hidrelétrico do rio Tapajós, uma série de cinco barragens que totalizarão potência instalada de mais de 12 mil MW, maior que a usina do Xingu. O governo quer levar o projeto a leilão em 2012 e ainda deve passar por audiência pública no Pará e em Mato Grosso.

Editoria de Arte/Folhapress
 

Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade

Publicidade

 

Publicidade

 

Publicidade