Publicidade
Publicidade
Google planeja anúncios geolocalizados para celular
Publicidade
HELTON SIMÕES GOMES
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Imagine a cena: você é dono de um restaurante que paga um pouco mais caro para anunciar em pesquisas na web por assuntos relacionados a alimentação feitas em plataformas móveis que estejam próximas ao seu estabelecimento.
É exatamente essa a novidade que o Google planeja. "O Google vai começar a vender palavras-chave mobile", disse Marcelo Castelo, sócio-diretor da agência de publicidade F.Biz, durante palestra na Campus Party, ontem. A Folha patrocina o evento.
O plano de vender publicidade baseada em geolocalização para smartphones, celulares e tablets vai atender, segundo Castelo, pequenos comerciantes que não tinham oportunidade de anunciar no mundo digital, "porque é caríssimo". "Imagina o que não vai trazer de anunciante."
À Folha Castelo disse que a novidade é interessante e que a F.Biz deve oferecê-la aos clientes como parte do pacote de campanha publicitária digital. Segundo Castelo, a mudança ocorre para valorizar a relevância da busca para o usuário.
O Google disse não comentar produtos que ainda não foram lançados.
A ferramenta em operação atualmente que utiliza geolocalização é o Google Places, mas não é voltado para anunciantes.
Disponível para Android e iPhone, quando ligado o GPS desses aparelhos, esse sistema localiza no Google Maps os serviços mais próximos do usuário. Se alguém procurar por "restaurante" ou "posto de gasolina", esses estabelecimentos comerciais serão mostrados no mapa.
Depois do registro do IPO (oferta inicial de ações, na sigla em inglês) do Facebook na última semana, a expectativa do mercado era que a disputa por anúncio na internet iria se intensificar. Após explicitar nos documentos para a capitalização que a receita vinda da plataforma móvel é pouco significativa, o Facebook vai passar, a partir de março, a veicular publicidades em tablets e smartphones.
O site de Mark Zuckerberg conta que, dos 850 milhões de usuários, 450 milhões de usuários o acessem por celulares, tablets e smartphones. Laura Didio, da consultoria Itic, afirma que cada usuário vale US$ 4,39 para o Facebook. Segundo o "Financial Times", o valor chega a US$ 27 no Google.
+ Canais
+ notícias em Mercado
- Especialista em geopolítica tenta prever os próximos dez anos
- 'Eu Mexi no Seu Queijo' subverte a lógica da autoajuda
- Transforme seu pequeno negócio em uma 'micromultinacional'
- Empresas usam teorias ultrapassadas, diz autor; ouça
- Inglês e mais 7 línguas em lições de 15 min, com livro e CD. Desconto de 30%!
Publicidade
As Últimas que Você não Leu
Publicidade
+ LidasÍndice
- Montadoras fazem feirão com descontos
- Manifestantes do Greenpeace encerram protesto no Maranhão
- Teles reagem a 'intervenção' do governo
- Brasileiro cofundador do Facebook diz que não gosta de exibir sua privacidade
- RIM vai eliminar pelo menos 2 mil postos de trabalho
+ Comentadas
- Taxa de juros ao consumidor cai para 40,1% ao ano, diz BC
- Aviso prévio maior vale apenas para o empregado, diz governo
+ EnviadasÍndice
Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade
Copyright Folha.com. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicaçao, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha.com.









Tablet
Notebook
Tênis
Auto DVD Player
TV