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27/04/2012 - 11h19

Salário da mulher cresce mais que o do homem, mas ainda é menor

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DE SÃO PAULO

O rendimento médio das mulheres cresceu mais que o dos homens na última década, apontou o Censo 2010, divulgado nesta sexta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

No entanto o salário delas ainda é menos que o deles.

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O estudo apontou que entre 2000 e 2010 o rendimento médio real das mulheres brasileiras passou de R$ 982 para R$ 1.115, crescimento de 13,5% no período. O salário dos homens, por sua vez, cresceu 4,1%, passando de R$ 1.450 para R$ 1.510 no mesmo período.

Apesar do aumento registrado, elas ainda ganham menos que eles. Em 2010, a mulher passou a ganhar 73,8% do salário do homem; em 2000, esse percentual era 67,7%.

No geral, a média salarial dos trabalhadores, incluindo os dois sexos, cresceu 5,5%, passando de R$ 1.275 em 2000 para R$ 1.345 dez anos depois.

REGIÕES

A Sul foi a região que apresentou os menores percentuais de rendimento médio do trabalho feminino em relação aos rendimentos dos homens, passando de 63,2% em 2000 para 69,0% em 2010.

No outro extremo ficou a Região Norte, onde o rendimento médio de trabalho da mulher passou de 74,6% para 82,3% do trabalho masculino.

Entre os Estados, em 2010, o Amapá deteve o maior percentual do rendimento médio de trabalho das mulheres em relação ao dos homens (88,6%). Santa Catarina ficou com o menor, com as mulheres ganhando 67,4% do rendimento médio de trabalho masculino.

O censo apontou também que até 2010 os ocupantes de 19,6% dos domicílios brasileiros não tinham rendimento mensal ou ganhavam até 25% do salário mínimo. No Norte e Nordeste, concentrava-se a maior parcela de domicílios sem rendimento: 28,5% e 28,6%, respectivamente.

Na outra ponta, as regiões Sudeste e Centro-Oeste (8,3%) e Sul (7,1%) apresentaram o maior número de domicílios cujos ocupantes tinham rendimento médio mensal acima de cinco salários mínimos.

 

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