Publicidade
Publicidade
Senado adia votação de criação de fundo e partilha do pré-sal
Publicidade
FERNANDA ODILLA
DE BRASÍLIA
Atualizado às 19h19.
Acordo de última hora entre senadores governistas e oposicionistas adiou para quarta-feira (9) a votação da capitalização da Petrobras e também da criação do Fundo Social e do sistema de partilha para a exploração de petróleo na camada do pré-sal. Já a polêmica divisão dos royalties foi excluída do relatório e deve ser votada somente após as eleições.
Sem mudanças em relação ao texto aprovado pela Câmara, a capitalização da Petrobras deve passar sem dificuldades no Senado e ir direto para sanção do presidente Lula. A estatal pretende realizar a operação no próximo mês e estima que ela possa chegar a R$ 100 bilhões, a maior da história da companhia.
Diante da fusão dos projetos que criam o Fundo Social e um novo modelo de exploração do pré-sal, essa proposta volta para a Câmara com alterações. Líder do governo no Senado e relator do projeto, Romero Jucá (PMDB-RR) fez mudanças como a inclusão, de forma genérica, da Previdência Social e do meio ambiente entre as áreas beneficiadas pelo Fundo. Caberá ao conselho gestor desse fundo definir o montante a ser aplicado.
O governo ainda não definiu a estratégia para convencer os deputados a aprovarem antes da eleição projeto considerado a base do pré-sal. "Cada dia com sua agonia. Deixa o Senado aprovar primeiro", disse ontem o ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais), que se reuniu com senadores governistas para garantir a votação.
Seguindo orientação do presidente Lula, o líder do governo no Senado propôs que a divisão dos royalties, proposta que divide Estados e municípios, seja levada ao plenário do somente em 9 de novembro. "Estados e municípios não produtores hoje não têm direito a nada. Terão no momento em que encontrarmos uma solução equilibrada que não quebre o Rio de Janeiro e o Espírito Santo", explicou o líder governista.
Diante do compromisso dos governistas de honrar o cronograma estabelecido pelo Planalto, a oposição reagiu e conseguiu adiar a votação. Alegaram que o novo texto só foi apresentado na manhã de ontem. "É uma novidade acoplar a partilha ao Fundo Social. O assunto é árido e precisa ser votado com responsabilidade", afirmou o líder do DEM, Agripino Maia (RN), ao solicitar mais tempo para debater o projeto.
+ sobre pré-sal
- Erramos: Senado adia votação de criação de fundo e partilha do pré-sal
- Polêmica, divisão de royalties do pré-sal fica para depois das eleições
- Petrobras descobre mais petróleo no pré-sal da bacia de Campos
- ANP quer licitar ainda este ano áreas de exploração fora do pré-sal
+ Notícias de Mercado
- Especialista em geopolítica tenta prever os próximos dez anos
- 'Eu Mexi no Seu Queijo' subverte a lógica da autoajuda
- Transforme seu pequeno negócio em uma 'micromultinacional'
- Empresas usam teorias ultrapassadas, diz autor; ouça
- Inglês e mais 7 línguas em lições de 15 min, com livro e CD. Desconto de 30%!
Publicidade
As Últimas que Você não Leu
Publicidade
+ LidasÍndice
- Montadoras fazem feirão com descontos
- Manifestantes do Greenpeace encerram protesto no Maranhão
- Teles reagem a 'intervenção' do governo
- Brasileiro cofundador do Facebook diz que não gosta de exibir sua privacidade
- RIM vai eliminar pelo menos 2 mil postos de trabalho
+ Comentadas
- Taxa de juros ao consumidor cai para 40,1% ao ano, diz BC
- Aviso prévio maior vale apenas para o empregado, diz governo
+ EnviadasÍndice
Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade
Copyright Folha.com. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicaçao, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha.com.








Tablet
Notebook
Tênis
Auto DVD Player
TV