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29/07/2010 - 04h26

Acordo da Oi pode exigir aporte de dinheiro público

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DE SÃO PAULO

A participação do governo federal foi fundamental na conclusão dos dois negócios que mudam o rumo das telecomunicações no país, informa a reportagem de Valdo Cruz e Simone Iglesias, publicada nesta quinta-feira na Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).

Por R$ 8,4 bilhões, a Portugal Telecom ficará com 22,4% da Oi, que terá 10% da tele europeia. Por R$ 17,2 bilhões, a PT vendeu sua parte na Vivo à Telefónica.

La Fonte e Andrade Gutierrez não podem vender ações até 2015. BNDES e fundos devem injetar no futuro R$ 1,1 bilhão para manter suas participações na Oi.

O governo não confirmou nem negou o aporte. Para que a operação fosse fechada, o presidente Lula impôs que a tele continuasse "brasileira da Silva".

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Leia a reportagem completa na Folha desta quinta-feira que já está nas bancas.

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