Publicidade

 

Publicidade

 
 
 
  Acompanhe a Folha.com no Twitter
03/11/2010 - 15h25

Portugal aprova orçamento enxuto, cortes salariais e aumento de impostos em 2011

Publicidade

 

DA FRANCE PRESSE, EM LISBOA
DE SÃO PAULO

O Parlamento português adotou nesta quarta-feira, em primeira leitura, o orçamento de austeridade sem precedentes apresentado pelo governo socialista para 2011, graças à abstenção da oposição de centro-direita, que não utilizou sua maioria para bloqueá-lo.

O governo socialista havia apresentado na metade de outubro um orçamento marcado pela queda dos salários do setor público e das ajudas sociais, assim como uma alta dos impostos.

Para conquistar sua aprovação, o partido do primeiro-ministro socialista, José Sócrates, e a principal força da oposição selaram um acordo no sábado, segundo o qual o PSD (Partido Social-Democrata centro-direita) se absteria de votar, como ocorreu nesta quarta-feira.

O objetivo do orçamento é reduzir o deficit público para 4,6% do PIB no final de 2011, ante os 7,3% esperados para este ano.

PRIMEIRO-MINISTRO

Nesta terça-feira (2), o primeiro-ministro português José Sócrates afirmou que o orçamento de austeridade para 2011 apresentado pelo governo socialista é "exigente mas indispensável" para o país.

"Este orçamento inicia um saneamento das contas públicas exigente mas indispensável", declarou Sócrates no discurso que marcou o início do debate parlamentar sobre a lei de finanças, que deve ser adotada na quarta-feira em uma votação em primeiro turno.

O saneamento das finanças de Portugal, um dos países mais frágeis da zona euro, é "o único modo de proteger o país das turbulências dos mercados financeiros", completou Sócrates, cujo partido é minoria no Parlamento.

 

Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade

Publicidade

 

Publicidade

 

Publicidade