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17/04/2011 - 09h36

"República" é opção para enfrentar preços altos

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COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Os altos valores de aluguel têm incentivado a prática de dividir a moradia para economizar nas despesas.

Nos Estados Unidos, é comum jovens saírem da casa dos pais para morar com outros estudantes.

No Brasil, isso ocorre na maioria das vezes com pessoas que deixam suas cidades em busca de melhores oportunidades de trabalho ou de estudo em uma metrópole como São Paulo.
Mas quem vai compartilhar um apartamento precisa tomar algumas precauções.

"A responsabilidade civil e jurídica pelo uso do imóvel é sempre de quem assinou o contrato", destaca José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP (conselho regional de corretores).
Isso geralmente é feito por apenas um dos moradores. Os condomínios, porém, exigem uma lista de todos que irão habitar o imóvel.

O fiador precisará também estar atento às regras. A nova Lei do Inquilinato permite que ele desista da incumbência após um ano de contrato; ainda assim, terá de esperar mais quatro meses para o total desligamento. Independentemente de quantas pessoas irão morar juntas, só é preciso um garantidor para assinar o documento.

Quem não tem fiador, que é a única forma de garantia que não requer despesa financeira, pode repartir também os gastos das alternativas que são onerosas.

Caso do seguro-fiança, que exige cadastro na seguradora e corresponde a um valor aproximado de um aluguel e meio por ano. Ou do depósito caução, que equivale à antecipação de três meses de aluguel.

Outra possibilidade é garantir a locação com um título de capitalização cujo valor deve ser combinado entre locador e locatário.

CONDOMÍNIO

Há casos em que a divisão do aluguel de um imóvel fica em família. Vanessa Hamazaki, 29, designer gráfica, morava sozinha em um imóvel pequeno, longe do trabalho. Além disso, conta que não estava feliz com o bairro.

"Mudei para um apartamento na Vila Guarani [distrito do Jabaquara] e, apesar de pagar R$ 400 a mais, hoje disponho de salão de festas, piscina, três dormitórios, uma cozinha grande e uma varanda", elenca.

Vanessa divide o apartamento com a irmã. Além disso, aluga as duas vagas na garagem para economizar na despesa do condomínio.

O valor dessa mensalidade, aliás, é uma das variáveis a serem levadas em conta ao escolher um imóvel para alugar.

Em prédios mais novos, por exemplo, o condomínio pode ficar mais barato devido aos custos menores de manutenção. Em residenciais com muitos apartamentos, por sua vez, as despesas são rateadas por mais gente, o que reduz o valor a ser pago por cada unidade.

 

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