Publicidade

 

Publicidade

 
 
 
  Acompanhe a Folha.com no Twitter
06/02/2012 - 07h58

Ronaldo Lemos: Lana Del Rey é diva da crise dos EUA

Publicidade

 

DE SÃO PAULO

Há alguns dias Lana Del Rey lançou seu aguardado disco "Born to Die". Depois da grande expectativa gerada por uma boa campanha de marketing e algumas músicas, as críticas foram violentas.

O Washington Post disse que ela "não comunica nenhum sentimento". A Rolling Stone chamou-a de "aspirante a cantora" e o Boston Globe disse que o disco é um "rascunho". Na Folha, a palavra "picaretagem" serviu para avaliar seu trabalho.

Nada disso impediu que o álbum fosse direto ao topo dos mais vendidos em 14 países, onde permanece até agora, como informa Ronaldo Lemos, colunista da "Ilustrada".

No áudio abaixo, ele conta que a cantora "seguiu direitinho a cartilha de divulgação de novos artistas em tempos de música digital".

Ouça

A estratégia comercial de Lana, com músicas vazadas periodicamente na rede e o próprio álbum "vazando" na íntegra logo antes do lançamento oficial, contribuiu para sua chegada ao topo.

Mas o mais interessante é como Lana é símbolo da nostalgia que toma conta dos EUA. Músicas como "Videogames" e "Blue Jeans" evocam uma América do passado, cheia de glamour.

Esse apego ganha força entre os norte-americanos. Basta ver a campanha presidencial republicana, onde referências a Ronald Reagan, elevado a ícone mítico da prosperidade e poder dos EUA, têm crescido.

 

Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade

Publicidade

 

Publicidade

 

Publicidade