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11/12/2011 - 06h00

Avanço da construção civil no Brasil dá novo status à profissão de pedreiro

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DE SÃO PAULO

A antiga noção de que construção civil é fim de carreira, um bico a quem não tem mais outra opção, está cada vez mais improvável. Em menos de dez anos, o setor mudou de patamar. O número de obras cresceu, bem como os benefícios sociais e salariais.

A informalidade na construção civil ainda é grande, mas o número de trabalhadores formalmente contratados cresceu como nunca: de 1,6 milhão no início dos anos 2000, para 3,1 milhões de trabalhadores formais hoje. É o que informa a reportagem de Agnaldo Brito publicada na Folha deste domingo (íntegra disponível para assinantes do jornal de do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

O vídeo a seguir mostra depoimentos de trabalhadores. Eles evidenciam essa pequena revolução na relação capital e trabalho que transformou o setor numa opção profissional viável.

Veja vídeo

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O salário, sempre mínimo, inflacionou e hoje um profissional (pedreiro, carpinteiro, azulejista) pode alcançar renda de até R$ 4 mil por mês. O arranjo de um novo jeito da profissão tem pouco a pouco deixado para trás o improviso do bico.

 

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