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15/08/2010 - 10h00

Banco aposta em biometria para derrotar impostores; assista

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DE SÃO PAULO

Um mundo sem documentos, senhas e cartões magnéticos, em que as pessoas são reconhecidas pelo DNA, forma do rosto, íris, digitais, palma da mão, timbre da voz, jeito de andar e falar. É assim que a indústria bancária tem se aperfeiçoado para combater o crime organizado, que entrou na era digital e recrutou os melhores hackers do mundo para roubar senhas e desviar milhões.

Para diferenciar clientes de impostores, os bancos escolheram o caminho da biometria, o estudo estatístico de características físicas, decretando o fim próximo da ditadura de senhas, letras de acesso e tokens, os chaveiros eletrônicos que exibem uma senha que muda em segundos para acessar o internet banking.

Para lutar contra o crime, os bancos foram buscar consultoria com o outro lado da inteligência das fraudes. Contrataram "hackers éticos", convertidos ao bem. É o que revela a reportagem de Toni Sciarretta na Folha deste domingo.

No vídeo abaixo, veja a tecnologia biométrica mais adiantada no Brasil: a leitura das veias da palma da mão, adotada pelo Bradesco. No banco, 10% dos caixas eletrônicos já são equipados com leitores da mão. Praticamente todas as agências já têm pelo menos um leitor.

Veja vídeo

Imagens e edição: Thiago Brizola

 

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