Publicidade
Publicidade
Zardari pede a paquistaneses para usar voto por mudança
Publicidade
DA EFE, EM ISLAMABAD
O presidente do Paquistão, Asif Ali Zardari, pediu neste domingo aos paquistaneses para proteger seus direitos democráticos e para usar o voto em vez da bala como instrumento de mudança, no meio de desavenças entre o poder civil e militar.
"Peço ao povo do Paquistão que forje uma unidade em suas categorias para preservar e proteger seus direitos democráticos e políticos", disse Zardari, por ocasião do 135º aniversário do nascimento do fundador da pátria, Mohammed Ali Jinnah.
"O Grande Líder (Jinnah) acreditava que a mudança devia vir mediante o voto e rejeitava a mudança por meio da bala. Prometamos que não permitiremos nenhuma mudança por meio da força e da intimidação, e que respeitaremos o poder do voto", acrescentou o líder do governamental PPP (Partido Popular do Paquistão).
Nas últimas semanas aumentaram as especulações sobre um possível golpe de Estado por parte do Exército paquistanês, que esteve no poder durante mais da metade da história do país asiático.
O primeiro-ministro, Yousuf Raza Gillani, denunciou na quinta-feira passada (22) "conspirações" contra seu governo --formado em 2008 após um período de mais de oito anos de regime militar do general Pervez Musharraf-- e fez uma advertência velada às Forças Armadas.
Um dia depois, o chefe militar, Ashfaq Kiyani, desmentiu qualquer possibilidade de um golpe militar e garantiu seu "apoio" ao "processo democrático".
Os rumores sobre uma eventual intervenção militar dispararam por causa da repentina ida no começo do mês de Zardari a Dubai, onde o presidente foi hospitalizado por causa de um suposto infarto, embora já esteja de novo no Paquistão.
A origem destas desavenças recentes está no chamado "caso memogate", que levou Exército e governo a se enfrentarem no Tribunal Supremo.
O caso versa sobre um suposto pedido secreto das autoridades civis ao Pentágono para que interviesse no caso de um eventual golpe militar após a morte, em maio passado, de Osama bin Laden em uma operação unilateral dos EUA em solo paquistanês.
O Exército deu credibilidade ao pedido e o escândalo custou por enquanto o posto do suposto autor da mensagem, o embaixador em Washington e confidente de Zardari, Hussain Haqqani.
+ Canais
- Conheça a página da Folha Mundo no Facebook
- Acompanhe o blog Pelo Mundo
- Acompanhe a Folha Mundo no Twitter
- Acompanhe a Folha no Twitter
+ Notícias em Mundo
- Especialista em geopolítica tenta prever os próximos dez anos
- Vencedor do Pulitzer narra a história do petróleo; leia trecho
- Ex-delegado do Dops dá nome aos bois
- 'Bota o retrato do velho outra vez'; chega nova biografia de Getúlio
- Covardia é o pior dos vícios, diz Pondé
- Livro destrói mito do bom selvagem e relata guerras pré-históricas
Publicidade
As Últimas que Você não Leu
Publicidade
+ LidasÍndice
- Trabalhadores presos morrem após explosão de túnel no Japão
- Subemprego cresce entre jovens nos EUA
- Incidentes dão fôlego a onda de xenofobia em cidades da China
- Seis crianças morrem em bombardeio da Otan no Afeganistão
- Tempestade "Beryl" se aproxima da costa sudeste dos EUA
+ Comentadas
+ EnviadasÍndice
Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade
Copyright Folha.com. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicaçao, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha.com.








Tablet
Notebook
Tênis
Auto DVD Player
TV