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09/02/2012 - 18h25

Premiê britânico rebate presidente da Argentina sobre Malvinas

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DA REUTERS, EM ESTOCOLMO

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, rebateu nesta quinta-feira os planos da Argentina de protestar na ONU contra a "militarização" britânica das Ilhas Malvinas, afirmando que os residentes das ilhas terão o apoio de Londres enquanto desejarem permanecer britânicos.

A presidente argentina, Cristina Kirchner, acusou o Reino Unido na terça-feira (7) de "militarização do Atlântico Sul" e disse que levaria uma reclamação formal à Organização das Nações Unidas (ONU), num momento de crescente tensão antes do 30º aniversário da Guerra das Malvinas neste ano.

"A Argentina vai descobrir quando for à ONU que é absolutamente parte da carta da ONU o apoio à autodeterminação", disse Cameron em entrevista coletiva após encontro com líderes nórdicos e bálticos em Estocolmo.

"O povo das Ilhas Falkland (como são chamas as Malvinas pelos britânicos) querem manter... sua ligação com o Reino Unido."

"Enquanto as pessoas das Ilhas Malvinas quiserem manter seu status, vamos garantir que elas possam e vamos defender as Ilhas Malvinas adequadamente para garantir que esse seja o caso", disse ele em seus primeiros comentários sobre a ameaça de Cristina de levar a questão à ONU.

GUERRA

O Reino Unido travou uma guerra com a Argentina pelo controle das ilhas em 1982. Londres recusa-se a iniciar negociações com os argentinos sobre a soberania da região, a menos que os 3.000 moradores da região desejem passar para o controle do país sul-americano.

Os dois governos travam uma recente guerra de palavras nos últimos meses. A exploração de petróleo por companhias britânicas na costa da ilha reavivou a disputa sobre o controle da região.

A presidente argentina criticou os planos britânicos de enviar um de seus navios destroyers mais avançados, o HMS Dauntless, para a região.

O chanceler argentino, Hector Timerman, apresentará a reclamação formal da Argentina ao presidente do Conselho de Segurança da ONU na sexta-feira, de acordo com um comunicado do Ministério das Relações Exteriores.

O Reino Unido negou a militarização do Atlântico Sul e diz que sua "postura defensiva" nas ilhas permanece inalterada.

 

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