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Oposicionistas e governo adotam tom cauteloso sobre asilo de Snowden

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Governo e oposição adotaram tom cauteloso diante de um pedido de asilo político de Edward Snowden. A preocupação é o impacto da decisão sobre as relações do Brasil com os EUA, um dos maiores parceiros comerciais do país.

"Isso vai trazer muito mais desgastes ao Brasil do que qualquer benefício para combater essas ações de espionagem", disse o líder do DEM na Câmara, deputado Ronaldo Caiado (GO).

Leia íntegra da carta escrita por delator 'ao povo brasileiro'
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Lea la carta completa en español

Para o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), a questão deve ser "muito bem ponderada" diante da própria "postura tímida" adotada até aqui pelo Executivo --Dias alega que não houve reação mais concreta às suspeitas de espionagem na Petrobras, por exemplo.

Eduardo Braga (PMDB-AM), líder do governo no Senado, questionou: "Não sabemos até onde as informações que esse cidadão [Snowden] tem a dar são efetivamente importantes e necessárias ao Brasil".

Já o presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Ricardo Ferraço (PMDB-ES), defendeu o asilo. Em agosto, Ferraço ajudou no transporte do senador boliviano Roger Pinto, então asilado na embaixada brasileira em La Paz, até Brasília.

"O Brasil tem diante de si uma oportunidade que não pode ser desperdiçada", disse Ferraço, que, ao lado de outros senadores, deverá se reunir nesta quarta-feira com o chanceler Luiz Alberto Figueiredo para defender a concessão do asilo.

Editoria de Arte/Folhapress

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