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Dilma ressalta transparência brasileira em discurso em NY
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DE SÃO PAULO
DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS
A presidente Dilma Rousseff discursou nesta terça-feira durante cerimônia de abertura dos debates do grupo denominado Governo Aberto --que engloba 60 países que se comprometem a discutir e executar políticas públicas transparentes.
A fala de Dilma veio logo após o discurso do presidente americano, Barack Obama, e foi acompanhada por uma plateia lotada de lideranças globais presentes.
A presidente ressaltou durante seu discurso medidas de transparências no Brasil, como a proposta para colocar um fim no sigilo eterno dos documentos públicos e a liberdade da imprensa no país. Dilma citou ainda projetos de acesso a dados sobre orçamento.
| Mandel Ngan/France Presse | ||
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| Dilma Rousseff se encontra com presidente americano, Barack Obama, durante reunião bilateral em Nova York |
A próxima reunião do grupo do Governo Aberto ocorrerá em 2012 no Brasil, e a presidente reforçou o convite aos chefes de Estado presentes para irem ao país.
Mais cedo, Dilma se reuniu com Obama e o presidente do México, Felipe Calderón, para discutir, principalmente, o impacto da crise econômica mundial. O encontro a portas fechadas, mas se esperava que a brasileira mencionasse suas preocupações com prejuízos gerados pela crise, segundo assessores que a acompanham em Nova York.
AGENDA
Na segunda-feira, Dilma participou de dois grandes eventos --um destinado à discussão sobre doenças crônicas não transmissíveis e outro sobre a participação das mulheres em discussões políticas.
Paralelamente à abertura da Assembleia Geral, Dilma tem uma série de encontros bilaterais. Há reuniões agendadas para quarta-feira com os presidentes da França, Nicolas Sarkozy, do Chile, Sebastián Piñera, do Peru, Ollanta Humala, da Colômbia, Juan Manuel Santos e com o primeiro-ministro britânico, David Cameron.
No discurso que fará amanhã, a presidente disse que pretende dar um tom de "esperança". Ela pretende abordar a preocupação com os conflitos no mundo árabe, a necessidade de adotar medidas relativas ao desenvolvimento sustentável e a defesa da reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
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