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20/09/2011 - 16h11

Dilma ressalta transparência brasileira em discurso em NY

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DE SÃO PAULO
DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

A presidente Dilma Rousseff discursou nesta terça-feira durante cerimônia de abertura dos debates do grupo denominado Governo Aberto --que engloba 60 países que se comprometem a discutir e executar políticas públicas transparentes.

A fala de Dilma veio logo após o discurso do presidente americano, Barack Obama, e foi acompanhada por uma plateia lotada de lideranças globais presentes.

A presidente ressaltou durante seu discurso medidas de transparências no Brasil, como a proposta para colocar um fim no sigilo eterno dos documentos públicos e a liberdade da imprensa no país. Dilma citou ainda projetos de acesso a dados sobre orçamento.

Mandel Ngan/France Presse
Dilma Rousseff se encontra com presidente americano, Barack Obama, durante reunião bilateral em Nova York
Dilma Rousseff se encontra com presidente americano, Barack Obama, durante reunião bilateral em Nova York

A próxima reunião do grupo do Governo Aberto ocorrerá em 2012 no Brasil, e a presidente reforçou o convite aos chefes de Estado presentes para irem ao país.

Mais cedo, Dilma se reuniu com Obama e o presidente do México, Felipe Calderón, para discutir, principalmente, o impacto da crise econômica mundial. O encontro a portas fechadas, mas se esperava que a brasileira mencionasse suas preocupações com prejuízos gerados pela crise, segundo assessores que a acompanham em Nova York.

AGENDA

Na segunda-feira, Dilma participou de dois grandes eventos --um destinado à discussão sobre doenças crônicas não transmissíveis e outro sobre a participação das mulheres em discussões políticas.

Paralelamente à abertura da Assembleia Geral, Dilma tem uma série de encontros bilaterais. Há reuniões agendadas para quarta-feira com os presidentes da França, Nicolas Sarkozy, do Chile, Sebastián Piñera, do Peru, Ollanta Humala, da Colômbia, Juan Manuel Santos e com o primeiro-ministro britânico, David Cameron.

No discurso que fará amanhã, a presidente disse que pretende dar um tom de "esperança". Ela pretende abordar a preocupação com os conflitos no mundo árabe, a necessidade de adotar medidas relativas ao desenvolvimento sustentável e a defesa da reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

 

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