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Obama diz que morte de Al Awlaqi foi um "golpe duro" contra Al Qaeda
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DA FRANCE PRESSE
DA REUTERS
O presidente Barack Obama afirmou nesta sexta-feira que a morte do imã radical Anwar al Awlaqi no Iêmen constitui "um golpe muito duro" contra a Al Qaeda, e assegurou que os Estados Unidos estão determinados a destruir todas as redes terroristas.
Iêmen anuncia morte do líder da Al Qaeda na Península Arábica
Saiba mais sobre o clérigo Anwar al Awlaqi
"A morte de Al Awlaqi é um golpe muito duro contra o braço mais ativo da Al Qaeda", afirmou Obama durante a cerimônia de posse do chefe do Estado-Maior Conjunto, em uma base militar perto de Washington.
"Isso é uma prova de que a Al Qaeda e seus afiliados não terão abrigo seguro em nenhum lugar do mundo", acrescentou, afirmando que a morte de Awlaki foi resultado da união de esforços internacionais com o governo do Iêmen contra os militantes.
Identificado como "chefe de operações externas" para a Al Qaeda na Península Arábica, Al Awlaqi foi morto em um ataque da CIA com drones teleguiados, no Iêmen, segundo informaram altos funcionários do governo dos EUA às agências de notícias.
| Muhammad ud-Deen/Associated Press | ||
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| O imã Anwar al Awlaki, cuja morte foi anunciada nesta sexta-feira pelo Ministério da Defesa do Iêmen |
A morte do imã radical nascido nos Estados Unidos Anwar al Awlaqi --vinculado à rede terrorista Al Qaeda e procurado pelos Estados Unidos-- foi anunciada nesta sexta-feira pelo Ministério da Defesa do Iêmen.
"O dirigente terrorista da Al Qaeda Anwar al Awlaqi morreu ao lado de membros desta organização", anunciou o porta-voz do ministério.
O governo não divulgou as circunstâncias da morte de Al Awlaqi, mas fontes tribais afirmaram à France Presse que ele morreu em um bombardeio aéreo dos EUA executado na manhã desta sexta-feira contra dois veículos que circulavam entre Maarib (ao este de Sanaa) e Juf, Província desértica na fronteira com a Arábia Saudita.
Al Awlaqi havia escapado de um bombardeio americano no Iêmen no início de maio, poucos dias depois de um comando especial dos Estados Unidos ter matado no Paquistão o líder da Al Qaeda, Osama bin Laden.
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