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Carro-bomba mata ao menos 17 em funeral xiita ao sul de Bagdá
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DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS
Pelo menos 17 pessoas foram mortas no Iraque e dezenas ficaram feridas com a explosão de um carro-bomba nesta sexta-feira. O ataque aconteceu em um funeral na cidade xiita de Hilla, ao sul de Bagdá.
A explosão deixou corpos queimados e veículos danificados ao redor de uma mesquita, onde parentes se reuniam para o funeral de um xeique local, disseram testemunhas.
"Eu ouvi a explosão e, em seguida fui atingido por um vidro de janelas e minha mão estava sangrando muito", disse Mohammed Ali, 42, um agricultor que estava dentro da mesquita quando a explosão os atingiu.
Quarenta e oito pessoas também ficaram feridas na violência. Os funcionários falaram sob condição de anonimato porque não estavam autorizados a falar com a imprensa.
A mesquita, assim como um santuário sagrado xiita vizinho foram danificados, embora não se sabia o quão significativo foi o dano.
A explosão desta sexta-feira, aconteceu não muito longe de outra que matou 15 pessoas e feriu 41 no início deste mês. No ataque de 14 de setembro, um carro-bomba estacionado em frente a um restaurante na vila de Hillah al-Shumali explodiu quando a policiais tomavam café da manhã.
CONFLITOS INTERNOS
A violência tem caído no Iraque há alguns anos atrás, mas as forças iraquianas não conseguiram parar os ataques diários que a matar pessoas diariamente. Mais de oito anos após a invasão que derrubou Saddam Hussein, líderes iraquianos estão discutindo se vão pedir formalmente a Obama para manter soldados dos EUA no Iraque além do prazo limite de 31 de dezembro, quando expira o pacto de segurança. Hoje 44.000 soldados dos EUA prestam assistência ao Iraque.
A maioria dos legisladores tem sido relutante em acatar a presença das tropas dos EUA por ser uma medida impopular. Contudo, conversas entre os líderes dos principais grupos políticos do Iraque são esperadas até a próxima semana.
As autoridades dos EUA e do Iraque afirmam que as forças armadas locais são capazes de conter os insurgentes, embora os EUA possam continuar ajudando a preencher lacunas, como as defesas aérea e marítima.
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