Publicidade
Publicidade
Cameron pede ações na zona do euro e defende cortes britânicos
Publicidade
DA REUTERS
A Europa deve urgentemente acertar o seu sistema bancário e gerenciar suas dívidas, disse o primeiro-ministro britânico, David Cameron, neste domingo. Ele advertiu que a crise da zona do euro pode prejudicar a recuperação da economia do Reino Unido e o crescimento global.
Em seu discurso na abertura da conferência anual do Partido Conservador, Cameron disse que iria manter os planos de sua coalizão para a redução do deficit, apesar dos sinais de estagnação da economia britânica.
Uma crise econômica prolongada no resto da Europa, o principal mercado de exportação do Reino Unido, vai prejudicar o país. O governo tenta reequilibrar sua economia por meio do aumento da venda de bens britânicos e serviços no exterior.
"A zona euro é uma ameaça não apenas para si, mas também é uma ameaça para a economia britânica e uma ameaça à economia mundial", disse Cameron. "É preciso tomar decisões nas próximas semanas para fortalecer os bancos da Europa, para construir as defesas que a zona euro precisam, para lidar com os problemas da dívida".
O governo de coalizão Conservador-Liberal Democrata, no poder desde maio de 2010, está cada vez mais preocupado com a falta de crescimento na economia britânica. Críticos do governo dizem que o seu plano de austeridade só está piorando a economia.
Milhares de pessoas protestaram diante do local da conferência, no norte da cidade de Manchester, contra cortes profundos nos gastos públicos que levam à perda de mais de 300 mil postos de trabalho.
A coligação argumenta que lidar com as dívidas do Reino Unido decisivamente é o único caminho para restaurar crescimento a longo prazo e a estabilidade, e também para manter os mercados financeiros a salvo.
"Você não pode subitamente rasgar seus planos de empréstimo e dívida, pois são esses planos que nos garantem as baixas taxas de juros, que são absolutamente fundamentais para a recuperação econômica", disse Cameron.
O premiê afirmou que tudo deve ser feito para colocar "fogo nos motores da economia britânica". Ele revelou os planos para colocar terras públicas à disposição para o programa "Construa Agora, Pague Depois" para empreendimentos imobiliários, que segundo ele vão significar 100 mil casas construídas e 200 mil empregos criados.
- Especialista em geopolítica tenta prever os próximos dez anos
- Vencedor do Pulitzer narra a história do petróleo; leia trecho
- Ex-delegado do Dops dá nome aos bois
- 'Bota o retrato do velho outra vez'; chega nova biografia de Getúlio
- Covardia é o pior dos vícios, diz Pondé
- Livro destrói mito do bom selvagem e relata guerras pré-históricas
Publicidade
As Últimas que Você não Leu
Publicidade
+ LidasÍndice
- Unesco pede medidas para salvar Machu Picchu
- Morre Klaas Faber, um dos criminosos nazistas mais procurados
- ONU confirma morte de 32 crianças em massacre na Síria
- Atirador mata dois e fere sete na Finlândia
- ONU questiona Brasil sobre grandes obras
+ Comentadas
- Homossexual palestino pede asilo a Israel por temer ser morto
- ONU confirma morte de 32 crianças em massacre na Síria
+ EnviadasÍndice
Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade
Copyright Folha.com. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicaçao, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha.com.









Tablet
Notebook
Tênis
Auto DVD Player
TV