Publicidade

 

Publicidade

 

PUBLICIDADE

 
 
  Acompanhe a Folha.com no Twitter
05/10/2011 - 09h41

Afeganistão prende seis por tentativa de assassinar o presidente Karzai

Publicidade

 

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

As autoridades afegãs prenderam seis pessoas que pretendiam assassinar o presidente Hamid Karzai, anunciou nesta quarta-feira o ministério do Interior.

"Os serviços de inteligência afegãos detiveram um grupo de seis pessoas vinculadas a um complô destinado a assassinar o presidente", declarou o porta-voz do ministério, Sidiq Sidiqui.

A agência de inteligência afegã informou à Reuters que os presos têm ligações com as redes Al Qaeda e Haqqani. A rede Haqqani é uma das três facções insurgentes aliadas ao Taleban que combatem no Afeganistão e talvez a mais temida --acredita-se que eles introduziram os ataques suicidas no país e estejam por trás de ataques de alto escalão.

A Diretoria Nacional de Segurança afegã informou em uma entrevista coletiva que os idealizadores do plano de assassinar Hamid Karzai recrutaram um guarda-costas do presidente.

Karzai está em uma viagem oficial à Índia, depois de ter multiplicado nos últimos dias as declarações contra o Paquistão. Cabul e Washington acusam Islamabad de apoiar clandestinamente os talibãs.

Gurinder Osan/Associated Press
O presidente afegão, Hamid Karzai, em viagem oficial à Índia; Karzai foi alvo de um complô para assassiná-lo
O presidente afegão, Hamid Karzai, em viagem oficial à Índia; Karzai foi alvo de um complô para assassiná-lo

Várias pessoas ligadas a Karzai foram assassinadas nos últimos meses, como o ex-presidente afegão e mediador com os talebans, Burhanudin Rabani, que morreu no dia 20 de setembro em Cabul.

Muitos ataques foram reivindicados pelos talebans.

Na segunda-feira (3), o presidente afegão anunciou que convocará uma "jirga" --assembleia tradicional-- para decidir sobre uma nova estratégia de negociação de paz com os talebans.

Os esforços para tentar levar insurgentes islamitas à mesa de negociações foram suspensos por Karzai após o assassinato de Rabbani.

 

Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade

Publicidade

 

Publicidade

 

Publicidade