Aos leitores, gratidão
Tentei refletir a voz do leitor e colaborar para o fortalecimento da Folha
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Função de ombudsman completa 27 anos, superando crises e discutindo formatos
Jornal perdeu a chance de transformar resultado de pesquisa em pauta relevante
"Nuvem de nonsense" da internet contamina ambiente político com relatos enganosos
Excepcionalmente, a coluna da ombudsman não será publicada neste domingo.
"A normalidade é o desconforto para o jornalista", escreveu o norte-americano Gay Talese.
Em 7 e 8 de dezembro, o Datafolha foi às ruas para ouvir eleitores sobre em quem pretendem votar para presidente. Depois de quase 3.000 entrevistas, o instituto consolidou os dados e enviou relatório para a Redação da Folha, com as principais conclusões da pesquisa eleitoral.
O golpe do falso sequestro volta e meia aterroriza famílias. Até pessoas bem informadas e controladas são vítimas dele. O roteiro é conhecido.
O sinal de alerta havia sido dado durante a tarde da quarta-feira (30). Com o país chocado com a queda do avião na Colômbia, que provocou a morte de 71 pessoas, entre elas jogadores da Chapecoense e jornalistas, o Congresso poderia trabalhar nas sombras para aprovar medidas, para dizer o mínimo, impopulares e polêmicas.
O primeiro furo, a notícia exclusiva de um jornal, estava na manchete da Folha do sábado, 19 de novembro: "Ministro acusa homem forte de Temer ao deixar Cultura". O desfecho da crise daí ocasionada foi publicado na manchete deste sábado (26): "Geddel cai, e Temer perde 6º ministro em 6 meses".
O gasto previdenciário no Brasil não para de crescer. A população está cada vez mais velha. A existência de aposentadorias especiais e o acúmulo de benefícios são insustentáveis. Há tempos muitos especialistas reclamam uma solução.
Excepcionalmente, a coluna da ombudsman não será publicada neste (06) e no próximo domingo (13).
A direção da Folha enviou dados consolidados da Empresa Folha da Manhã, que edita o jornal, em 2015, quando registrou receita líquida de R$ 707,9 milhões e lucro líquido de R$ 9,4 milhões.
Em junho de 2013, uma onda de manifestações ocupou as ruas do Brasil, numa dimensão crescente por ninguém imaginada. No final de 2015, o movimento secundarista chegou ao noticiário quando diversas escolas de São Paulo foram ocupadas em protesto contra a proposta de reorganização escolar do governador Geraldo Alckmin (PSDB). A mobilização resultou na suspensão do projeto, que fecharia escolas.
Paula Cesarino Costa, atual ombudsman