BOLSONARO

Parabéns à reportagem pela sequência de fatos que está expondo. E as "respostas" que definem que ter honra caiu na vala comum. Se não está na lei, não é ilegal, e tudo vale. Desejo que o levantamento se estenda para os outros deputados. Independentemente de eles serem candidatos à Presidência, é importante esse serviço da Folha.

ADRIANO GARCIA SILVA (Osasco, SP)

Candidato a qualquer cargo público tem o dever de explicar seu patrimônio, tratar as pessoas com educação, não se refugiar em argumentos toscos, não ameaçar a imprensa e não utilizar recursos públicos para interferir na imprensa. Vocês acham que esse deputado se enquadra nas simples regras de uma democracia?

JOSE CASSIO DE MORAES (São Paulo, SP)

A parcialidade dos brasileiros faz com que nossos "representantes" não se preocupem com a moralidade. Os partidários sempre acham que os seus estão atuando corretamente, que são os adversários que têm comportamento inadequado. Por isso, a parcialidade da Folha é um fato: jamais vi uma preocupação em relação ao PSDB e ao DEM nem sequer parecida com a demonstrada com os Bolsonaros e os Lulas. Porém, a entrevista é pertinente e jornalisticamente adequada e proveitosa.

MARIO THOMAS GARFIAS (São Paulo, SP)

Não sou eleitor do Bolsonaro, mas o que vocês estão fazendo retrata, na imprensa, o que vemos em nossa política: falta de pudor. Com isso, estão levando o cara a surfar na praia e nas ondas de que ele mais gosta.

ÉLCIO GONÇALVES GOMES (Rio de Janeiro, RJ)

Como todos já perceberam, a Folha está deliberadamente à caça de qualquer coisa que envolva o Bolsonaro. Já pensou em fazer uma pesquisa para saber quantos assessores parlamentares dos outros deputados estão a serviço? A resposta é não, porque os outros não interessam. A cruzada agora é para derrubar o Bolsonaro. Esse tipo de mídia é que denigre a imagem e credibilidade de toda a imprensa deste país.

LUIS FERNANDO PACHECO RIBEIRO (Santa Helena, MA)


Crédito: Henny Ray Abrams/AP Photo FILE - This Sunday, Oct. 9, 2011, file photo shows 55 Water Street, home of Standard & Poor's rating agency, in New York. It turns out there's a wealth gap among companies, just like among people. Of the $1.8 trillion in cash that's sitting in U.S. corporate accounts, half of it belongs to just 25 of the 2,000 companies tracked by S&P Global Ratings. (AP Photo/Henny Ray Abrams, File) ORG XMIT: NYBZ310
Sede da agência de classificação de risco Standard & Poor's, em Nova York

REBAIXAMENTO

O que aconteceria com as perspectivas da economia se a reforma da Previdência tivesse sido aprovada, se o Orçamento estivesse equilibrado, se a corrupção tivesse sido banida e se as perspectivas de eleger pessoas adequadas para a Presidência e o Congresso fossem boas? Seriam outras. Como não é o caso, o rebaixamento infelizmente faz sentido. Como dizia o Marquês de Maricá: "Só é pobre quem não quer ser rico".

JORGE ALBERTO NURKIN (São Paulo, SP)


ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS

O editorial despreza que, ao contrário de seus concorrentes, Alckmin não iniciou sua campanha rumo à Presidência. Por coerência, mantém a maior parte de sua agenda com foco nas atribuições de governador. A ansiedade é compreensível, mas não contribui para a esperança dos brasileiros de ver um novo país. No período correto, dentro dos princípios legais e sem afobação, o Brasil vai conhecer o que São Paulo já testou: a capacidade do gestor Geraldo Alckmin.

CAUÊ MACRIS, presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (São Paulo, SP)

Desoladora a imagem que o editorial deixa no ar. Nem a progressiva derrocada do PT e das esquerdas conseguiu fazer com que surgisse, tanto no centro, como na direita, um nome de destaque para a próxima campanha presidencial. Maia, Meirelles, Alckmin, Dias... é isso o que se ergue dos escombros deixados pela Lava Jato e pela luta contra a corrupção? Que a escolha dos brasileiros seja melhor do que a evidente incompetência política dos candidatos de centro-direita que aí estão.

FABRIZIO WROLLI (São Paulo, SP)

De um lado, plataformas que defendem a liberação do aborto, a legalização da maconha, entre outras anunciadas pelo pretenso candidato Arthur Virgílio. De outro, antagonicamente, o radicalismo de Bolsonaro, que dispensa comentários. Diante dessas polarizações, resta-nos expressar o jargão do famoso super-herói vermelho de Roberto Bolaños: "E agora, quem poderá nos defender?"

MIGUEL ARVAGE JÚNIOR (São Paulo, SP)


Crédito: Eduardo Anizelli - 6.dez.2017/Folhapress SAO PAULO, SP, BRASIL, 06-12-2017, 11h20: Os alunos Lorhaynne Xavier Magalhaes Leonardo, 16, e Kaio Dinis Miranda, 16, para materia especial sobre uso de celular em escolas publicas de Sao Paulo. (Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress, COTIDIANO) ***EXCLUSIVO***
Lorhaynne Xavier, 16, e Kaio Dinis Miranda, 16, alunos da escola Ministro Oscar Dias Correia, em SP

CELULAR NA ESCOLA
Muito elucidativa a reportagem. São Paulo, de fato, foi o Estado pioneiro na autorização do uso de smartphones para finalidades didáticas. Contudo, a realidade da maioria das escolas ainda é contrastante com a finalidade da citada norma. Há muito trabalho e investimento a serem feitos em infraestrutura de TI, capacitação dos docentes e, principalmente, em educação digital, para que os jovens aprendam a usar as novas tecnologias de forma produtiva, responsável e, sobretudo, ética.

GUSTAVO ROGÉRIO (Limeira, SP)


MELHORES MÉDICOS
O texto expõe uma grande preocupação. Acabou-se com a profissão que tinha conotação de sacerdócio. Escolas com finalidades financeiras, com mensalidades médias de R$ 6.800, conforme declaração do presidente do Conselho Federal de Medicina, Mauro Ribeiro. Até se trocou o termo de paciente para cliente, fortalecendo a conotação comercial. Não interessa aos governantes a qualidade dos profissionais, porque eles não são afetados, esses médicos apenas servem ao povo humilde.

MELCHIOR MOSER, médico (Timbó, SC)


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