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13/02/2011 - 02h30

Egito, Egito, Egito

DE SÃO PAULO

Egito

O povo egípcio está livre da ditadura de 30 anos imposta por Hosni Mubarak. Foram longos e dolorosos 18 dias de muita bravura e de muita coragem para que se alcançasse o maior triunfo politico da historia contemporânea daquele pais.
A atitude dos egípcios serve de exemplo a outros povos. Mas ao meu ver, o sentimento do dever cumprido e a esperança de novos tempos devem deixar nesses homens e mulheres, principalmente ao olhar para seus filhos e netos, um orgulho imensurável.
A oportunidade dada às futuras gerações de viver em um regime democrático deve ser lembradas e comemorada por muitos anos.

CELIA APARECIDA LUIZ (São Carlos, SP)

*

A ditadura de Hosni Mubarak chega ao fim e, com ela, a certeza de que outras estarão vulneráveis a partir de agora nos países árabes. Não só pelo precedente que se abre pela vitória do povo sobre o ditador, mas também pelo exemplo da mobilização social que usou a tecnologia em prol da comunicação.
Vale lembrar que toda esta mobilização e revolta atuais no mundo árabe começou com um vendedor de frutas tunisiano, que ateou fogo no próprio corpo em protesto a ditadura dos altos impostos e da perseguição estatal patrocinadas pelo então ditador Zine El Abidine Ben Ali. A triste imagem do heroico homem morto transformou-se, via celular e por meio das redes sociais na internet, na bandeira de luta e no combustível que o povo precisava, principalmente os jovens, para que se organizassem passeatas e protestos contra a situação politica daquele pais. E a Tunísia há dias atrás,enfim, livrou-se de seu ditador.
No Egito não foi diferente. Há um ano atrás já existia uma mobilização virtual por parte de sindicatos, grupos estudantis e da própria oposição. O pontapé inicial de toda esta brilhante e linda historia encerrada agora.
As ferramentas tecnológicas se usadas e voltadas para o bem, de forma critica e construtiva, e de maneira inteligente como aconteceu nesses países, está provando que é uma preciosa arma que dispomos para transpor barreiras e obstáculos jamais imagináveis.

FILIPE LUIZ RIBEIRO SOUSA (São Carlos, SP)

*

O povo egípcio merece nossa admiração e nosso respeito pela espetacular vitória obtida contra seu opressor. Essa vitória veio lembrar que será sempre possível enfrentar e vencer os mercados, os vários "grupos G" e demais siglas que pretendem dirigir o mundo a seu talante.
Os inimigos derrotados tinham uma força que parecia invencível. Junto a Mubarak, o "queridinho" do tal Ocidente e algoz do povo palestino, quebraram a cara também os patrões dele, ou seja, os financiadores norte-americanos e os maiorais do lobby sionista. Estes, aliás, sempre ignoraram os crimes da ditadura do seu pupilo e nunca se interessaram em defender os direitos humanos no Egito.
Os egípcios demonstraram ter unidade e determinação inquebrantáveis, além de índole ordeira e pacífica. Parabéns!

ELIAS DA COSTA LIMA (São Paulo, SP)

*

No Cairo, os brados dos que por várias semanas ocuparam a praça Tahrir, enfrentando um poder totalitário, repercutiram em todo o mundo. E findaram, sem troca de tiros, com a estrondosa queda de Hosni Mubarak.
Mas, como as eleições só ocorrerão em setembro, a vitória da democracia no Egito dependerá da garantia do voto livre pelos atuais detentores do mando, que se espera seja mesmo transitório.
É sabido que a multidão em protesto atinge os mais expressivo números, mas se desconhecem quantos ainda apoiam o tirano renunciante e a força dos grupos religiosos. Aguarda-se, portanto, o decorrer dos fatos, para que não tenha sido em vão a justa revolta e possa significar o nascimento de mais um Estado de Direito.

J. POLIZZI GUSMAN (São Paulo, SP)

*

O povo egípcio se cansou e foram em busca de um país melhor. Precisamos urgentemente desses egípcios aqui.
Salve! Salve o Egito!

JOSÉ CARLOS SOARES DE CARVALHO (São Paulo, SP)

*

Aqueles que viveram sob ditaduras e/ou as estudaram certamente estão com seus corações desapertados e comemoram à distância, nesta manhã de primavera política, em conjunto com o bravo povo do Egito.
Poucas informações sobre o nazismo, sobre a política soviética e a ditadura tupiniquim que recentemente oprimiu o povo brasileiro (não é necessário lembrar o universo amplo do autoritarismo) permitem desfrutar desse sentimento de esperança no futuro dos povos.

*AMADEU ROBERTO GARRIDO DE PAULA * (São Paulo, SP)

*

Alguns brasileiros se mostram preocupados com a possibilidade do Egito se tornar um regime teocrático.
Seria isso pior do que uma democracia com a presença de Sarney, Collor, Lobão, Tiririca, Romário e quejandos? Tenho cá minhas dúvidas.

*HERMÍNIO SILVA JÚNIOR * (São Paulo, SP)

 

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