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Senadora precisa de escolta para deixar sessão sobre Código Florestal
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CLAUDIO ANGELO
DE BRASÍLIA
A senadora Kátia Abreu (PSD-TO) precisou de escolta para sair da sala do Senado onde foram votadas emendas ao Código Florestal nesta quarta-feira (9).
O grupo de uma dúzia de estudantes que protestou ontem contra a reforma na lei florestal voltou a se manifestar, mesmo com o reforço da segurança do Senado, que não permitiu que o protesto chegasse à porta da plenária.
Antes do final da votação, a senadora do Tocantins pediu a palavra. Disse que alguns senadores criticaram ontem a segurança do Senado (que agrediu um estudante, o que causou o afastamento de um policial). "Mas o que farão para eu sair daqui? Já estão gritando meu nome lá fora."
No corredor, os estudantes repetiam: "Eu, eu eu, Kátia Abreu não comprou eu! (sic) Mas tem gente que se vendeu!".
O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) tentou fazer as vezes de mediador, e foi conversar com os estudantes para assegurar-lhes que as mudanças que eles estão pedindo na lei de florestas seriam apreciadas na Comissão de Meio Ambiente. Não funcionou. Os manifestantes começaram a gritar enquanto os senadores saíam da sala. Vários ruralistas passaram despercebidos, como Blairo Maggi (PR-MT) e Waldemir Moka (PMDB-MS).
Última a sair, Kátia foi perseguida pelo coro de estudantes até o plenário do Senado. O protesto se dispersou depois.
| Sérgio Lima/Folhapress | ||
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| Kátia Abreu saiu escoltada por seguranças e mandou beijos para os manifestantes contra o Código Florestal |
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