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22/02/2012 - 06h01

Crise freia 'crescimento chinês' do Nordeste

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DE SÃO PAULO

Depois de experimentar taxas de crescimento semelhantes às chinesas, a economia da região Nordeste mostrou fadiga no fim do ano e acompanhou o esfriamento que tomou o país no segundo semestre de 2011, informa reportagem de Mariana Carneiro, publicada na Folha desta quarta-feira (a íntegra está disponível assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

Em agosto, quando sinais de enfraquecimento já abalavam a atividade do Sudeste, o Nordeste voava a uma taxa de expansão de quase 6% ao ano.

Em dezembro, segundo dados do Banco Central, o crescimento da região recuou quase dois pontos percentuais, para 4,4%.

O resultado é superior à média nacional (2,7%), mais favorável do que o visto no Sudeste (4,1% até novembro), mas mostra que nem o "tigre nordestino" permaneceu imune ao desaquecimento.

Leia a reportagem completa na Folha desta quara-feira que já está nas bancas.

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