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15/02/2013 - 04h30

Por nova sigla, Marina recicla estratégia que usou em 2010

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DE SÃO PAULO
DE BRASÍLIA

A ex-senadora Marina Silva vai reeditar estratégia que usou na campanha à Presidência em 2010 para tentar acelerar a coleta das 500 mil assinaturas necessárias à fundação de seu novo partido, provisoriamente chamado de "Rede".

Ela vai revisitar o conceito que deu origem às "Casas de Marina", comitês domiciliares usados para divulgar sua candidatura presidencial e buscar voluntários que queiram fazer de seus lares e estabelecimentos centros de coleta de assinaturas de apoio ao novo partido.

Análise: Projeto de ex-senadora enfrentará obstáculos maiores do que em 2010

As "casas pró-Rede" também servirão à campanha de marketing da nova legenda, coordenada pelo cineasta Fernando Meirelles.

Marina Silva e seus aliados correm contra o tempo para tirar a nova legenda do campo das ideias. A cúpula da nova sigla trabalha com a estimativa otimista de levantar as 500 mil assinaturas necessárias em até três meses.

Zé Carlos Barretta - 22.jan.2013/Folhapress
Marina Silva fala em encontro para discutir formação de novo partido político que aconteceu em janeiro
Marina Silva fala em encontro para discutir formação de novo partido político que aconteceu em janeiro

Só com esse número de apoiamentos é possível dar início ao registro na Justiça Eleitoral. Para concorrer em 2014, Marina precisa finalizar essa burocracia até setembro.

"Esperamos uma adesão voluntária muito grande", disse o deputado Walter Feldman (SP), colaborador da Rede, hoje no PSDB. "A ideia é descentralizar ao máximo a coleta de assinaturas", completou Basileu Margarido, ligado à ex-senadora.

Haverá um comitê oficial de apoiamento em cada Estado. A Rede vai, ainda, reutilizar estratégia que serviu ao PSOL, em 2004, e instalar quiosques para coleta de assinaturas em universidades.

O carro-chefe da mobilização, no entanto, será a internet, que irá disponibilizar fichas de apoiamento on-line e cadastros para "multiplicadores"-- pessoas dispostas a coletar, voluntariamente, dezenas de assinaturas.

A Rede promete uma pauta ética. Seu estatuto prevê prazo de validade para mandatos parlamentares. Quem os tiver exercido por mais de 16 anos, não poderá sair candidato a novo cargo.

 

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