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Em meio a crise, chefe de gabinete do Trabalho deixa cargo

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Chefe de gabinete do ministro Manoel Dias (Trabalho), Rodrigo Minotto (PDT) foi exonerado do cargo nesta quinta-feira (30), a pedido.

A saída dele ocorre em um momento de denúncias contra a pasta –uma empresária afirmou à revista "IstoÉ" que pagou R$ 200 mil ao ex-ministro Carlos Lupi para acelerar a emissão do registro de um sindicato e que o atual ministro, Manoel Dias, iria fazer a liberação. Ambos negam as acusações.

Segundo a assessoria de imprensa do ministério, porém, a saída de Minotto já estava previamente combinada e ocorreu para ele se dedicar à disputa das eleições desse ano em Santa Catarina, onde deve ser candidato a deputado.

O irmão dele, Roger Tibúrcio Minotto (PDT), foi apontado em uma auditoria da CGU (Controladoria-Geral da União) como responsável por fraudes cometidas em convênio firmado pela pasta com uma ONG ligada ao partido.

O substituto do chefe de gabinete, André Roberto Menegotto, também é filiado ao PDT.

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